Não gemerás, grunhirás ou gritarás 'SÓ MAIS UMA! SÓ MAIS UMA' dentro da tua própria casa enquanto estiveres a fazer o teu exercício sob o risco de os teus vizinhos te acharem "A" fodilhona cá do sítio e começarem a mandar-te olhares lascivos que quase te acertam com uma gotazinha de meita nas vistas, e as vizinhas começarem a olhar para ti como se fosses uma grande pega que a qualquer momento lhes irás roubar os seus preciosos maridos.
Em circunstância alguma deverás gritar por misericórdia porque irás aguçar ainda mais a curiosidade das alcoviteiras que acham que para além de seres uma grande putona também és adepta do sado-maso e que gostas de apanhar na tromba.
Meterás música a altos berros ou usarás uma mordaça durante as repetições dos vários exercícios que te deixam a quase a quinar, de rastos e a babar no chão.
Sugestões para o Carnaval
Eu tentei mas não consegui evitar que a fashion blogger que habita nos cantos recônditos (e cheios da cotão) da minha mente viesse ao de cima. E como tal, cá estou eu para vos dar as sugestões de outfits para esta quadra festiva. Estas sugestões não são dadas levianamente, uma vez que, em tudo o que faço dispenso muito tempo em pesquisas e em estudos de mercados sobre os modelitos mais escolhidos e mais apreciados pelo público feminino e masculino.
Para as ladys está na moda (desde há vinte carnavais para cá) a fatiota de enfermeira putona, Minnie prostituta, freira bardajona, gata com o cio e coelhinha da playboy ainda mais pega do que já o era.
Para os machos está em alta, nada mais nada menos, do que a fantasia de mulheres da vida com as suas meias rasgadas, pelos nos sovacos, pernas raquíticas, pés tortos dos saltos, lábios borrados e barba de três dias.
Agora ide e aproveitai as minhas sugestões para serem hoje aquilo que gostariam de ser nos outros 364 dias do ano mas depois não se queixem das fotografias em poses comprometedores que possam aparecer nas redes sociais.
Para as ladys está na moda (desde há vinte carnavais para cá) a fatiota de enfermeira putona, Minnie prostituta, freira bardajona, gata com o cio e coelhinha da playboy ainda mais pega do que já o era.
Para os machos está em alta, nada mais nada menos, do que a fantasia de mulheres da vida com as suas meias rasgadas, pelos nos sovacos, pernas raquíticas, pés tortos dos saltos, lábios borrados e barba de três dias.
Agora ide e aproveitai as minhas sugestões para serem hoje aquilo que gostariam de ser nos outros 364 dias do ano mas depois não se queixem das fotografias em poses comprometedores que possam aparecer nas redes sociais.
As Cenas do Fitness
Calma! Calma! Não é preciso começarem já um motim que eu não vou transformar o blog num "FIT Blog" e começar a dar dicas de boa alimentação, de exercícios ou tentar converter o eleitorado para o lado saudável.
Eu cá não sou personal trainer, nem nutricionista e muito menos vossa mãe, no entanto, isto de andar há nove meses nesta vida já me tem dado umas boas histórias: umas com piada, outras nem por isso e outras simplesmente estúpidas mas que merecem ser partilhadas em forma de "As Cenas do Fitness" para alegrar o dia a alguém.
Vou partilhar porque é giro e porque preciso de encher chouriços no blog.
Entretanto dúvidas e questões é ali no balcão de informação.
Eu cá não sou personal trainer, nem nutricionista e muito menos vossa mãe, no entanto, isto de andar há nove meses nesta vida já me tem dado umas boas histórias: umas com piada, outras nem por isso e outras simplesmente estúpidas mas que merecem ser partilhadas em forma de "As Cenas do Fitness" para alegrar o dia a alguém.
Vou partilhar porque é giro e porque preciso de encher chouriços no blog.
Entretanto dúvidas e questões é ali no balcão de informação.
São portugueses caramba!
E a prova disso é que se esbardalharam à grande junto à Gare do Oriente. Segundo as perícias dos tipos do FBI, que por incrível que pareça falavam a língua de Camões, o gajo não deu prioridade ao que vinha da direita, deu uma guinada à esquerda e escangalhou o capô todo tendo ainda levado, segundo algumas testemunhas oculares nada imparciais, umas quantas pedras da calçada à frente e a bengala de um velho.
Ora, conforme o decreto lei da carta espacial por sistema de pontos nos indica, este condutor, que se encontra temporariamente desaparecido, irá ficar sem carta de 4 a 6 milénios por infringir o C.A.E e ter dado à soleta (para os mais leigos no assunto, trata-se do Código da Autoestrada Espacial).
Uma nave novinha em folha e ficou nestes preparados! Digo-vos mais: é que para além de portugueses de certeza que também eram imigrantes.
Sim, eu sei. Sou pior do que as crianças...
Ironia divina
É raro ir ao cinema. Gosto mais de apreciar um filme no conforto de minha casa do que ir para uma sala de cinema na companhia de javalis a comerem pipocas. Mas toda a gente dizia que este era "O" filme do ano que levaria o DiCaprio a ganhar o Óscar maneiras que decidi ir ver.
Para começar o povo português é coninhas. Eu juro que começo a duvidar se realmente fomos os grandes descobridores que dizemos que fomos. Cá para mim atravessámos o Tejo e aumentámos a façanha em milhas marítimas e isto porquê? Porque uma das colunas do lado direito estava a fazer uma grande distorção e com dez minutos quase a ensurdecer levanto-me para ir estrabuchar porque se há coisa que me enerva é pagar e ser mal servida. Toda a gente reclamava baixinho mas ninguém levantou a peida quadrada do assento para resolver o problema. Vinte minutos depois de uma grande dor de cabeça. Pausaram o filme. Desligaram a coluna e continuaram. Sei agora que aquele problema inicial foi uma mensagem divina a avisar-me que estava prestes a desperdiçar duas horas e meia da minha vida e os 6,50€ do bilhete.
Soubesse eu para o que estava guardada e tinha deixado a coluna rebentar-me o tímpano, garanto que teria sido mais feliz no hospital a levar soro na veia. Ora, The Revenant ou em bom português: Eu não fiz mal a ninguém para merecer isto, fala sobre um gajo que sofre muito, que grunhe muito, que leva muito na tromba e que sempre que se tenta levantar há algo que o manda abaixo mas ele nunca desiste. Isto é claramente uma metáfora para as nossas vidas de merda em que grunhimos palavras para não mandar o patrão para o pipi da santa mãe dele e sobre as contas que mensalmente temos para pagar, que quando pensamos que, finalmente, já as pagámos todas vem a cereja no topo do bolo e incha lá com uma multa de estacionamento e agora comes sopa até ao final do mês.
Mas à parte disto, o filme parecia-me levemente familiar. Os reencontros imaginários (e chatos) da personagem principal, os 10 minutos seguidos a filmarem uma respiração, os 10 minutos seguidos a filmarem árvores, os diálogos atrofiados e aquela sensação que o filme não acabava. Nem falo na violência porque eu não sou facilmente impressionável. Mas no geral já tinha tido esta sensação anteriormente.
Assim que o filme acabou saí disparada da sala arrastando o Abade comigo quando dou de caras com o cartaz do filme e leio o nome do realizador Iñarritu, o realizador de Birdman e digo-vos isto: se eu tivesse tomates eles tinham-me caído no chão porque Birdman traumatizou-me mais do que eu alguma vez esperei. Foi o filme mais parvalhão do século e acredito que é por causa deste filme que os ETs nunca nos acharão intelectualmente interessantes para quererem entrar em contacto connosco.
Assim que o filme acabou saí disparada da sala arrastando o Abade comigo quando dou de caras com o cartaz do filme e leio o nome do realizador Iñarritu, o realizador de Birdman e digo-vos isto: se eu tivesse tomates eles tinham-me caído no chão porque Birdman traumatizou-me mais do que eu alguma vez esperei. Foi o filme mais parvalhão do século e acredito que é por causa deste filme que os ETs nunca nos acharão intelectualmente interessantes para quererem entrar em contacto connosco.
Como se não bastasse abro a aplicação do facebook e aparece-me no topo uma publicação que fiz exactamente há um ano atrás sobre Birdman e o meu tempo perdido. Se isto não é ironia divina... não sei o que chame a isto!
Eu acredito!
Ontem foi um dia em cheio! Eu regresso à blogosfera para deleite dos milhares de fãs que já andavam a pensar num suicídio em massa e depois porque coincidiu com a estreia na nova temporada dos Ficheiros Secretos.
Por muitas séries que inventem esta será sempre a minha número um. Conspiração, misturada com verdade e misturada com ficção fazem com que eu fique agarrada à televisão com um frasco de soro fisiológico junto a mim para ir hidratando as vistas porque nem pisco os olhos.
Tal era a ânsia com que eu estava que nem comecei a ver a série à hora em que começou porque não me apetecia levar com os anúncios pelo meio. Pedi então ao Abade que andasse com a gravação para trás enquanto eu ia fazer um xixizinho porque estava cheia de nervos.
Volto para o sofá, desligo a luz, enrolo-me na manta, carrego no play. Aparece um cenário à noite, rodeado por polícias e uma cova com algo lá dentro. Comento com o Abade o quão nervosa estou e que a série começa logo a abrir. Nisto aparece um pop-up a indicar que estamos a ver Hawai - Força Especial. O Abade tinha puxado a gravação demasiado para trás. Depois de algumas asneiras e ofensas à integridade começámos (mesmo) a ver a série.
A música começou e eu fiquei em pele de galinha. Agora era a sério!!!
As minhas córneas palpitavam, o meu coração palpitava, toda eu palpitava. Não acreditava que ao fim de tantos anos revivessem esta série. Será que toda a gente estava a sentir-se como eu? Parva, nostálgica, histérica e com o pito aos saltos porque o Mulder continua sexy?
Quem hoje conviver comigo vai sofrer porque eu vou ser extremamente chata e não me vou calar com isto!
Por muitas séries que inventem esta será sempre a minha número um. Conspiração, misturada com verdade e misturada com ficção fazem com que eu fique agarrada à televisão com um frasco de soro fisiológico junto a mim para ir hidratando as vistas porque nem pisco os olhos.
Tal era a ânsia com que eu estava que nem comecei a ver a série à hora em que começou porque não me apetecia levar com os anúncios pelo meio. Pedi então ao Abade que andasse com a gravação para trás enquanto eu ia fazer um xixizinho porque estava cheia de nervos.
Volto para o sofá, desligo a luz, enrolo-me na manta, carrego no play. Aparece um cenário à noite, rodeado por polícias e uma cova com algo lá dentro. Comento com o Abade o quão nervosa estou e que a série começa logo a abrir. Nisto aparece um pop-up a indicar que estamos a ver Hawai - Força Especial. O Abade tinha puxado a gravação demasiado para trás. Depois de algumas asneiras e ofensas à integridade começámos (mesmo) a ver a série.
A música começou e eu fiquei em pele de galinha. Agora era a sério!!!
As minhas córneas palpitavam, o meu coração palpitava, toda eu palpitava. Não acreditava que ao fim de tantos anos revivessem esta série. Será que toda a gente estava a sentir-se como eu? Parva, nostálgica, histérica e com o pito aos saltos porque o Mulder continua sexy?
Quem hoje conviver comigo vai sofrer porque eu vou ser extremamente chata e não me vou calar com isto!
Quem é vivo sempre aparece
Guardai os archotes e os paus. As enxadas e as fisgas pois que eu regressei.
O que fiz desde Setembro do ano passado até agora? Basicamente nada. Não tenho novidades fabulásticas do tipo "fui mãe", "casei-me", "fui às maldivas", "entrei num filme porno". Nop! A novidade mais bombástica que tive nos entretantos foi a mudança de estação.
Mas no meio disto tudo enveredei por um estilo de vida saudável, maneiras que agora pertenço aquela comunidade meio mete-nojo que se auto-intitula de FIT. A chegada aos 30 bateram-me forte e decidi que não queria chegar ao 40 flácida, de tetas pingonas e cú nos tornozelos. Fiz pela vida que eu não gosto de ser das pessoas que choram que estão gordas, bardajonas, cheia de celulite e depois não mudam 1cm na atitude.
Agora que regressei vou tentar não ser a atrasada do costume e ausentar-me passado um mês. Se isso acontecer eu publico a minha morada aqui no blog para me virem espancar pessoalmente!
O que fiz desde Setembro do ano passado até agora? Basicamente nada. Não tenho novidades fabulásticas do tipo "fui mãe", "casei-me", "fui às maldivas", "entrei num filme porno". Nop! A novidade mais bombástica que tive nos entretantos foi a mudança de estação.
Mas no meio disto tudo enveredei por um estilo de vida saudável, maneiras que agora pertenço aquela comunidade meio mete-nojo que se auto-intitula de FIT. A chegada aos 30 bateram-me forte e decidi que não queria chegar ao 40 flácida, de tetas pingonas e cú nos tornozelos. Fiz pela vida que eu não gosto de ser das pessoas que choram que estão gordas, bardajonas, cheia de celulite e depois não mudam 1cm na atitude.
Agora que regressei vou tentar não ser a atrasada do costume e ausentar-me passado um mês. Se isso acontecer eu publico a minha morada aqui no blog para me virem espancar pessoalmente!
Vamos às legislapiças
Adoro alturas de eleições. É a altura perfeita para eu mandar o meu bitaite de ignorante sem ser apedrejada em praça pública. Nasci para ser política de bancada e criticar todos os políticos, principalmente, porque eles têm dinheiro e eu sou tesa pelo que tenho de lidar com a dor de corno da melhor forma que posso.
Estradas limpinhas, guias pintadas de fresco, alcatrão novo, jardins verdejantes, lixo recolhido a tempo e horas e funcionários do estado levemente mais sorridentes (vá, para aí 1%) é tudo o que podemos pedir. O País pode andar na miséria mas quando chegam as eleições, alto e pára o baile, que há dinheiro para tudo e mais um par de botas. Eu e a suspensão do meu Twingo até agradecemos estas medidas de chantagem emocional mas como eu tenho um travinho de psicopata estas coisas não pegam comigo e não voto em nenhum desses malandros.
Apesar de todos os pontos positivos que acima enumerei o verdadeiro motivo pelo qual que eu gosto mesmo muito de votar é porque tenho a oportunidade de ir à mesa de voto e desenhar anonimamente pequenos caralhinhos e seus testículos com muitos pintelhos no boletim de voto, dobrar em quatro, fazer o meu ar angelical, introduzir na ranhura e imaginar a cara da pessoa que irá fazer as contagens. Não há nada mais divertido que uma surpresazinha javarda!
Isto para dizer que por mim havia eleições todas as semanas até porque os políticos quando estão no mesmo poiso mais do que cinco dias úteis têm tendência a fazer porcaria da grossa.
Publicado em Desblogue de Elite.
Estradas limpinhas, guias pintadas de fresco, alcatrão novo, jardins verdejantes, lixo recolhido a tempo e horas e funcionários do estado levemente mais sorridentes (vá, para aí 1%) é tudo o que podemos pedir. O País pode andar na miséria mas quando chegam as eleições, alto e pára o baile, que há dinheiro para tudo e mais um par de botas. Eu e a suspensão do meu Twingo até agradecemos estas medidas de chantagem emocional mas como eu tenho um travinho de psicopata estas coisas não pegam comigo e não voto em nenhum desses malandros.
Apesar de todos os pontos positivos que acima enumerei o verdadeiro motivo pelo qual que eu gosto mesmo muito de votar é porque tenho a oportunidade de ir à mesa de voto e desenhar anonimamente pequenos caralhinhos e seus testículos com muitos pintelhos no boletim de voto, dobrar em quatro, fazer o meu ar angelical, introduzir na ranhura e imaginar a cara da pessoa que irá fazer as contagens. Não há nada mais divertido que uma surpresazinha javarda!
Isto para dizer que por mim havia eleições todas as semanas até porque os políticos quando estão no mesmo poiso mais do que cinco dias úteis têm tendência a fazer porcaria da grossa.
Publicado em Desblogue de Elite.
Eternamente eremita
Admiro a malta que frequenta o ginásio com a assiduidade de uma vida. Em tempos idos também eu caí na esparrela de me inscrever num daqueles de 30 minutos, exclusivo para gajas e só me aguentei seis meses. À falta de machos a galarem-me as nalgas juntou-se a conversa excessiva de quantos dedos tinham entrado na vagina de cada uma aquando estavam a parir e eu nunca mais lá pus os cotos.
Em Maio deste ano decidi tornar-me uma pessoa fit, não por estarmos a caminho do Verão mas sim porque achei que estava na altura de fazer algo por mim em vez de ser só enfardar que nem um javali no cio e sentar o rabo no sofá a jogar, que é coisa que eu adoro mas que já me estava a deixar um bocado badocha. Badocha e com má circulação.
Primeiramente a ideia era inscrever-me num ginásio mas conhecendo o meu histórico de ódio ao desporto achei por bem fazer um plano de treino e se o mantivesse iria, então inscrever-me. Hoje dou graças aos santinhos por ter sido ponderada e não me ter inscrito. Não foi por ter desistido do exercício porque até lhe apanhei o gosto mas sim porque desde essa altura que comecei o treino que ando aqui com uma crise de gases que não lembra ao menino Jesus.
Imagino-me no ginásio rodeada de gente e a meio de uma sequência de abdominais sair-me um petardo estrondosamente afrodisíaco como aconteceu durante esta semana, ou como ontem fui correr durante meia hora e houve ali uma altura que em dez passos larguei dez farpas.
Depois disto tudo é que não me vou inscrever num ginásio, nem agora, nem nunca!!!
Em Maio deste ano decidi tornar-me uma pessoa fit, não por estarmos a caminho do Verão mas sim porque achei que estava na altura de fazer algo por mim em vez de ser só enfardar que nem um javali no cio e sentar o rabo no sofá a jogar, que é coisa que eu adoro mas que já me estava a deixar um bocado badocha. Badocha e com má circulação.
Primeiramente a ideia era inscrever-me num ginásio mas conhecendo o meu histórico de ódio ao desporto achei por bem fazer um plano de treino e se o mantivesse iria, então inscrever-me. Hoje dou graças aos santinhos por ter sido ponderada e não me ter inscrito. Não foi por ter desistido do exercício porque até lhe apanhei o gosto mas sim porque desde essa altura que comecei o treino que ando aqui com uma crise de gases que não lembra ao menino Jesus.
Imagino-me no ginásio rodeada de gente e a meio de uma sequência de abdominais sair-me um petardo estrondosamente afrodisíaco como aconteceu durante esta semana, ou como ontem fui correr durante meia hora e houve ali uma altura que em dez passos larguei dez farpas.
Depois disto tudo é que não me vou inscrever num ginásio, nem agora, nem nunca!!!
Coisas extremamente banais que me afligem #2
Qual é coisa qual é ela que uma vez depois de aberta só te apetece dar cabo dela?
Para aqueles que já se estavam para aí a rir e a pensarem que eu sou a javarda do costume estão enganados, porque eu também sei falar de assuntos sérios. Pois que eu, moça de nobres famílias estava a falar daquela coisa extremamente irritante que por mais que se abra, estique, encolha, vire para a esquerda ou para a direita nunca se consegue encaixar no sítio. E não, não estou a falar em preservativos. Vós sóis sempre a mesma coisa, assim nem dá para ter monólogos educativos que as vossas vozes mentais ecoam por esta blogoesfera e estragam-me o raciocínio!
Estou a falar das bulas! As bulas dos medicamentos são a minha terceira causa de pânico e que me faz perder a paciência. Normalmente começa sempre comigo muito calma a abrir muito devagarinho o papelinho ranhoso para não me perder nas 120 dobras que tem mas que acaba sempre com a minha pessoa a arrancar cabelos, a rasgar o papel e gritar aos sete ventos que vou pôr fim à minha vida! A seguir aos atacadores e às centopeias (ide ver aqui) é das coisas que mais me irrita. Juro que, às vezes, só para não ter de abrir aquela caixinha de pandora sinto-me instantaneamente curada de toda a qualquer maleita que possa ter só para não ter de tocar naquele bocadinho de papel demoníaco. Claro que, de vez em quando, fico pior com os nervos e tenho de tomar um Valdispert mas como nunca me lembro da dosagem tenho de ir à bula e fico na mesma.
Um dia destes ainda me dá uma ceninha má com estas pintelhices todas!
Para aqueles que já se estavam para aí a rir e a pensarem que eu sou a javarda do costume estão enganados, porque eu também sei falar de assuntos sérios. Pois que eu, moça de nobres famílias estava a falar daquela coisa extremamente irritante que por mais que se abra, estique, encolha, vire para a esquerda ou para a direita nunca se consegue encaixar no sítio. E não, não estou a falar em preservativos. Vós sóis sempre a mesma coisa, assim nem dá para ter monólogos educativos que as vossas vozes mentais ecoam por esta blogoesfera e estragam-me o raciocínio!
Estou a falar das bulas! As bulas dos medicamentos são a minha terceira causa de pânico e que me faz perder a paciência. Normalmente começa sempre comigo muito calma a abrir muito devagarinho o papelinho ranhoso para não me perder nas 120 dobras que tem mas que acaba sempre com a minha pessoa a arrancar cabelos, a rasgar o papel e gritar aos sete ventos que vou pôr fim à minha vida! A seguir aos atacadores e às centopeias (ide ver aqui) é das coisas que mais me irrita. Juro que, às vezes, só para não ter de abrir aquela caixinha de pandora sinto-me instantaneamente curada de toda a qualquer maleita que possa ter só para não ter de tocar naquele bocadinho de papel demoníaco. Claro que, de vez em quando, fico pior com os nervos e tenho de tomar um Valdispert mas como nunca me lembro da dosagem tenho de ir à bula e fico na mesma.
Um dia destes ainda me dá uma ceninha má com estas pintelhices todas!
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