Porque o meu ass merece

No ano passado comprei uma bina e andava toda entusiasmada com aquilo. Já me imaginava a fazer a volta à França em Portugal ao segundo dia. Toda eu era moral mas a moral foi pelo cano abaixo.
Desmoralizei porque nunca conseguia fazer mais de 20/30km com diferença de uma semana entre cada volta sem que ficasse com fortes dores nas nalgas e mais tarde na testa do pito, foram alturas dolorosas em que eu pensei que fosse falta de hábito mas as dores nunca passaram e eu desisti. Quis acreditar que eu e o desporto éramos eternamente incompatíveis, amantes há muito separados, pior que Romeu e Julieta. Quis escrever uma teoria sobre o assunto mas o Abade chamou-me de parva e mandou-me pedalar que era falta de calo no cú.
Até que chegou o dia em que achei que tinha de investir num selim porque isto assim não podia ser, ou era isso ou Abade ia desmontá-la e usar as peças dela na dele, coisa que já há muito me andava a ameaçar e isso é que não! Maneiras que lá comprei um todo catita e um todo ou nada paneleiro, mas que é normal, porque afinal é um "selim para senhora" e deixem que vos diga que o meu cagueiro anda nas nuvens e em dois dias já fiz 36km e não estou nada dorida. Mas acho por bem começar devagar para não ficar assada numa virada e renunciar para todo o sempre ao desporto.
Podiam era ter-me dito que convinha pedalar com o selim posto, tinha poupado muitas dores de cabeça e evitava o cheiro a carne de porco chamuscada. Agora sim. Vamos lá então fazer a Tour de France (mas em Portugal).

O mistério da mensagem fantasma

De há uns tempos para cá tenho vindo a reparar que o ícone das mensagens do facebook dá sinal de vida. Abro as mensagens e nada. Mau. Reparo que afinal tenho um (1) nas outras mensagens, supostamente, as filtradas. Abro intrigada e nada outra vez. Começa-me a escorrer um pingo de transpiração pela coluna abaixo que se aloja nervosamente no rego do cú.
Talvez seja um bug? Talvez. Dias depois lá aparece novamente o símbolo de uma nova mensagem e mais uma vez, nada lá dentro. Por esta altura já deixei de lado o raciocínio lógico de que poderá ser um bug e passo à fase psicótica seguinte: começo a entrar em pânico e a achar que "alguém" quer falar comigo.

Será que os entes do além conseguiram arranjar uma nova forma de se conectar com os entes destas? Eu espero bem que não. Mal tenho mãos que cheguem para lidar com tanta gente viva deste lado que não tenho disponibilidade para as gentes do outro. Só espero é que não se lembrem do Whatsapp e do Viber porque senão tenho a vida arruinada e o pacote de dados nas lonas para toda a eternidade.
Mas quer-me cá parecer que com a quantidade de mensagens em branco que recebo que os moços não se estão a dar muito bem com as tecnologias, ou então, só têm por lá um Zx Spectrum e já estão a dar em loucos com o desespero e mandam cacetadas no teclado, batem no enter sem querer e enviam-me isto assim. Vou deixar aqui uma dica, caso eles estejam a ler (eles os espíritos, ou eles os serviços secretos que tudo espiam) podem experimentar enviar-me um chocolategrama que eu agradeço e ganham aqui uma amiga para a vida (e para além dela).

Já estou a pensar na emissão de cartões para meter aí nos carros do pessoal:
"Professora Didi, mãe de cão, gato, tritão e gecko. Perita em esvaziar cozinhas cheias de comida e carteiras cheias de dinheiro. Experiência em assuntos da alma por chat do facebook ou google+, não aceito pelo orkut nem pelo hi5. Cash in advance".

Crescem bananas por essa internet fora, parecem míscaros!

Queixei-me certa vez que o meu facebook estava atulhado de imagens religiosas e achei por bem eliminar alguns amigos fanáticos. Irritei-me levemente quando comecei a ver fotografias de mulheres só de cuecas e soutien a mostrar a barriga de grávida. Tempos depois foi uma enchente de imagens de bebés já que toda a gente decidiu parir ao mesmo tempo e obrigar o resto da população a admirar o seu rebento e o tudo o que ele fazia. Irritei-me a sério quando vi uma foto de um vomitado de bebé com uma legenda para lá de orgulhosa. Tomei uma decisão, ou apagava mais uns quantos malucos ou publicava uma foto do estado em que ficou o meu carro com a carraspana que apanhei na passagem de ano, achei que era menos vergonhoso apagar mais umas pessoas e lá o fiz. E então agora o meu facebook está cheio de bananas? Por este andar fico sem amigos virtuais o que já me começa a preocupar.

Bananas. Bananas acompanhadas de mensagens contra o racismo. Vamos lá ter calma e pensar com lógica! Lá porque alguém atirou uma banana a um jogador não quer dizer que o esteja a chamar de macaco. Uma banana é um alimento altamente rico em magnésio e que levanta a glicose enquanto o diabo esfrega um olho e por acaso já viram o preço a que está o kilo da banana? Um roubo! Pelo que se saiba o rapaz até pode ter passado dificuldades apenas para poder atirar um alimento altamente nutritivo com conotações racistas e em alta velocidade ao seu jogador preferido e agora já estão a acusá-lo de racismo? 
Quer dizer... um dia destes que passe por uma prostituta e que lhe atire com um vibrador à tromba estarei a ser preconceituosa? Quer-me cá parecer que não. Parece-me sim que estou preocupada com o prazer da senhora da vida, e quiçá, dar-lhe umas quantas ideias para investir no seu ofício. Mas no entanto, apenas as conotações negativas são realçadas. Assim é complicado ajudar pessoas.

Agora, peço desculpa pela ausência mas vou fazer uma check-list das pessoas que vou apagar.

Didi em mais uma decepção cinematográfica

Eram meia noite e picos do dia 22 quando decidi que ia ver o filme Ninfomaníaca já que toda a gente falava dele. Uns porque é chocante ver como a dependência do sexo afecta a vida social, outros pela decadência, outros porque a gaja era bem boa e ainda outros para ver nabos com a cabecinha de fora. Não sou fã incondicional do Lars von Trier, gosto de uns e desgosto de outros por isso arrisquei já que pelo menos a concordância geral é que era um filme de génio e eu ia ver umas quantas berlaitadas pelo caminho.
Vi o volume I e depois de seguida vi o II. Deitei-me às quatro e tal da matina sem saber na realidade se gostei ou não, mas no geral achei-o um bocado parvo.

Então uma tipa que fornica incansavelmente com quase todos os homens à face da terra, envereda pelo sadomasoquismo e leva grandes cargas de açoites nas nalgas, tem relacionamentos lesbianos pelo caminho e depois no final após descrever o percurso da sua vida a Seligman (que é um homem assexuado) a quem confessa que fez um bóbó a um pedófilo por pena e no fim mata o Seligman porque ele quis descobrir o que era o sexo, encostou-lhe a gaita à nalga e ela lembrou-se que ai ui agora já não queria fornicar mais até ao fim dos dias, queria ser pura e casta com o pito e o olhinho todos esbardalhados e mata-me o gajo.
Mas que grande pega. Então o homem esteve ali todo o santo filme a ouvir a conversa de encher chouriços dela para no fim querer dar-lhe com o salpicão e ela faz-lhe isto? Em boa verdade vos digo que um homem que tem a paciência para aturar a lenga-lenga duma mulher durante quatros horas merece o maior regabofe de todos os tempos. E aquela jumenta não foi capaz de dar uma berlaitada por caridade a um velho que nunca tinha experimentado pito?

Com isto tudo tenho a agradecer às minhas amigas de escola porque a Joe (aqui retratada como uma pega sem coração) iniciou-se no mundo da fornicação massiva porque a amiga apostou um saquinho de berlindes de chocolate a quem conseguisse pinar com mais homens no comboio. Ora, ela teve cinco pontos e ganhou mas tenho cá para comigo que se me abanassem um caixa de uma pizza familiar à frente do nariz não sobravam homens na Terra para contar a história.

Querem-me ficar com tudo é o que é!

Estava eu a fazer aquela tarefa anual que odeio, não a de lavar vidros, mas a outra de seu nome IRS quando tocam à campainha. E já sei de antemão que ou é:
a) a minha vizinha de baixo; ou b) peditórios.
Normalmente nem abro mas naquele dia estava bem disposta porque acreditava que ia ter um valente reembolso. Abri a porta e apresenta-se-me um tipo jovem, bem vestido com o colete de uma associação conhecida que ajuda criancinhas as redor do mundo, mas que eu não vou nomear porque ninguém me pagou para andar a fazer publicidade.
Ouvi a lenga-lenga do costume e até ia contribuir quando reparo que o moço não desviava o olhar das minhas irmãs. Pumba! Esqueci-me que tinha ido à porta com uma camisolinha sem soutien e que o rapaz estava com alguns problemas em manter um discurso coerente, até que eu olhei para o formulário que ele trazia, li "autorização débito directo" e a casa veio abaixo.
Calma lá! Podem-me olhar para as meloas em troca de caridade que eu deixo. E mais, se o rapaz me dissesse que se eu levantasse a t-shirt que ele acabava com a fome no mundo eu fazia o sacrifício em nome da humanidade, mas não me peçam autorizações bancárias para doações.
O moço ainda tentou argumentar que não tinha qualquer tipo de obrigatoriedade e que assim que pretendesse desistir bastava contactar uma linha deles, mas pessoalmente senti-me ofendida. Uma doação é dada quando se pode e quando se quer e não uma obrigação mensal.
Com isto tudo, voltei à declaração anual que me vai render um reembolso de fazer chorar as pedras da calçada que em princípio dará para um café e isto se o café não aumentar mais cinco cêntimos.
Vou mas é pegar na ideia daquela maravilhosa associação, que de mim não leva nem mais um chavo e vou começar a fazer peditórios também por débito directo, se tudo isso falhar vou para a rua levantar a minha t-shirt em troca de notas de quinhentos.

Dissertações sobre a essência do macaco

E enquanto analisava atenciosamente a situação de um cliente eis que a minha cara colega, colaboradora e amicíssima Iny me atira um 'olha lá ó porca qual é a consistência do teu macaco?' enquanto me via de dedo indicador enfiado venta acima quase a tocar no olho.
De início não dei importância, mas ao chegar a casa constatei que é um assunto que deve ser abordado e que a maioria das pessoas tem medo de falar porque é tabu. Aliás, eu conheço pessoas que levam na bufa como se o mundo acabasse hoje, mas no que toca a macacos puxam logo vómito e chamam-me de porca.
Ora eu, javardolas desde tenra idade, que quando miudinha e a minha mãe não me dava dinheiro para pastilhas eu arrancava as ditas do chão do recreio e mascava-as não haverá muito mais que me possa meter nojo pelo que dei o corpo e a minha narina direita ao manifesto da Ciência.
Segundo a Wikipédia um macaco é um mamífero. Obrigado pelo óbviosidade da coisa! Mas depois seguiu-se uma observação proeminente no Yahoo! Respostas que nos diz que é "uma substância viscosa de origem biológica" mas abordando mais profundamente o Google dei com um site (duvidoso) que indicava que "comer macacos reforça o sistema imunitário" e aqui sim chegamos ao busílis da questão e o porquê de eu ser saudável. 
Mas como eu sou uma tipa que gosta de abordar os assuntos de forma científica, objectiva e imparcial pus em prática a análise e constatei que de manhã, ao acordar, é a melhor altura de limpar o sótão. Estão crocantes e um toque de unha fá-los logo despegar-se e cair quais cornflakes a saltarem do pacote para a tigela. Depois mais pelo meio da manhã com a ajuda dos ares condicionados a constituição dos mesmos é mais aquosa, pegajosa, daqueles que normalmente dizemos que 'epá parece que traz um bocadinho do cérebro atrás'. 
Lá mais pelo meio da tarde, ganha uns tons de verde escuro com um leve degradê de verde claro com um pequeno apontamento de vermelho. Sinal, de quê, andamos a escarafunchar mais do que o devido e já se arranhou uma veia. E normalmente ao final da noite, já com o nariz meio dorido destas investidas científicas o burrié vem acompanhado de uma nanha vermelha e da frase 'ai jesus que tou a sangrar do nariz, arranja aí um lenço que eu vou-me esvair em sangue'.

É nestas situações que me dá pena. Tanto. Mas tanto talento científico desperdiçado em mim. Eu poderia ser o próximo Nobel da Ciência e ando aqui a esbanjar pérolas de sabedoria.

A vida em flashback

Das recordações que mais me lembro da minha juventude, a seguir a apanhar porrada com a colher de pau por roer as unhas, era ver os Ficheiros Secretos às quartas na TVI. Também gostava muito de ver às escondidas os filmes badalhocos que davam de madrugada e ainda hoje tenho pesadelos com a Orquídea Selvagem, mas isto já são outros quinhentos.
Nunca perdi um episódio, mesmo estando de castigo via pela fresta da porta entreaberta. Ainda bem que nunca fui apanhada porque senão para além de apanhar outra vez no lombo perdia o episódio e isso é que me chateava. Quem é que precisava de amigos quando tínhamos os Ficheiros Secretos? Ninguém. Por isso mesmo ainda hoje sou anti-social e quero acreditar que existe algo mais.
Maneiras que hoje ao atender uma tipa veio-me à recordação o nono episódio da segunda temporada, de seu nome Firewalker. Isto porque era um episódio onde uns cientistas tinham sido contaminados com uns fungos que às paginas tantas enchiam-se de nhanha e rebentavam, contagiando quem estivesse em contacto com os esporos. Ainda me lembro da Scully à rasca para não levar com o espirro do esporo na tromba refugia-se atrás de uma porta de vidro e não é contagiada. Durante muito tempo acreditei que um gajo a ter um orgasmo era quase assim, sujava tudo no espaço de um metro, depois de crescer aprendi que não, assim como aprendi que as colheres de pau têm outras utilidades, como por exemplo, imagine-se, cozinhar.
Mas tudo isto para dizer que estava a atender uma matrafona que tinha a beiça de tal maneira inchada com herpes que parecia que tinha um berlinde pendurado no lábio cheio de pus e eu revi aquele episódio à frente dos meus olhos, e pensei cá para comigo que era agora. Aquilo para que os Ficheiros Secretos nos tinham preparado tinha chegado. A qualquer momento, aquilo iria rebentar e eu estaria preparada.
Por acaso nada disso aconteceu. Fiquei desiludida. Não houve evacuação (excepto à bocado que eu evacuei um bocadinho) e a Scully nunca levou com o fungo do Mulder.
A minha juventude foi uma mentira.

Dramas femininos com pressões barométricas e algumas pluviosidades

Tenho para mim que a segunda melhor sensação do mundo é ter o pito tosquiado. Dá-nos uma sensação de novidade, limpeza e correntes de ar que ao mesmo tempo são estranhas e refrescantes à alma de uma garina. Mas como em tudo na vida, há sempre o reverso da moeda. Onde o Universo nos dá alegrias com uma mão a seguir espeta uma faca nas costas com a outra.
Eu comparo um pipi sem pêlo a um daqueles sistemas de rega super modernos que jorram água para tudo o que é sítio (daqueles que fazem tá-tá-tá-tá-tá). Já sei de antemão que quando ando com a gina ao léu e tenho de ir a WCs públicas vou ter de praticar sessões ginastas e de contorcionismo ao ponto de me deixarem com cãibras durante largas horas.
É como uma dança: abro o fecho. Baixo as calças. Ponho-me em bicos de pés. Meto a nádega direita levemente mais subida que a esquerda e experimento largar a gotinha. Muita força. Demasiado esguicho para nordeste. Levanto dois milímetros mais a perna direita. Deito nova gotinha. Inclinação para sudeste. Esguicho com ligeira ondulação de 0.3-0.5 metros de altura e a 32km/h. Perfeito. Mais perfeito era impossível.
Digo-vos desde já que é preciso uma grande mestria e ter mijado pelo menos umas três vezes os calcanhares para acertar com o buraco mas hoje posso dizer que a minha gina é uma autêntica rosa dos ventos sabendo sempre o norte magnético da Terra, as correntes, e a direcção do vento.
Ainda no outro dia um transeunte perguntou-me qual era a carreira para o Campo Grande. Não lho soube dizer. Mas soube indicar que se tivesse um balão de ar era girar a 90º para noroeste e chegava lá, era sempre em frente.
Não é à toa que o site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, antes de se chamar IPMA.pt chamava-se METEO.pt porque está mais do que visto que era só metê-lo para saber as exactas condições atmosféricas ao segundo. A meu ver METEO era um nome mais pomposo, mas que sei eu disto? Eu sou apenas uma mera mortal com gosto pelos pontos cardeais.

O mês Não

A maioria da população tem um dia Não. Eu vou mais além e tenho um mês Não.
Ora um mês Não é aquele mês que deveria ser removido do calendário do corrente ano, salvava o ano e salvava muitas dores de cabeça ao mesmo tempo.
Fevereiro é o mês dos falecimentos. Faleceu a minha avó. Faleceu um tio do Abade e vamos la ver quem é que mais falece uma vez que ainda faltam dois dias para o final do mês.
Depois, algures ali no dia vinte e tal pensei que o Fevereiro até se estava a decidir ser um porreiraço comigo porque finalmente deixou-me comprar a minha Canon. Mas eis que seis dias depois decidiu armar-se em parvo outra vez. Não me pode ver mais alegre e bem disposta e fez-me mandar um grande tralho do meio das rochas na Ericeira. E conseguir endireitar-me? Era o endireitas. Andei ali a patinar a patinar e não conseguia sair daqui... aqueles lismos escorregavam tanto como azeite no meio de uma berlaitada. A única coisa que me recordo assim que senti o pé a fugir foi 'ai a máquina não' e a seguir aterrei. Podiam ir os dentes, podiam ir os dedinhos o resto não, senão nunca me perdoaria.
No meio disto tudo lá consegui afastar-me daquela langonha saindo apenas com o joelho e o orgulho feridos.
É que nunca mais volto à Ericeira que hoje ia sendo o terceiro falecimento do mês!

Peixinho ao Pateão Nacional

Gostava de perceber porque é que o jogo de cartas do Peixinho não é famoso a nível mundial.
Tenho pensado nisto cada vez mais e mais. Tudo porque o Abade começou a jogar Poker online e tem tentado, sem sucesso, explicar-me o que são o Royal Flush, Full House, High Card. Mas eu apenas consigo perceber o Four of a Kind e mais nada por aí além. Se o Poker movimenta dinheiro em apostas legais e ilegais não percebo porque o Peixinho também não o faz.
Ainda me lembro que quando jogo ao Peixinho perco anos de vida. A tentar sabotar as jogadas dos outros enquanto faço as junções dos quatro naipes. Os nervos de escolher uma carta do molho quando é hora de ir à pesca. Isto sim é um teste às expressões faciais. Agora o Poker... aquilo parecem um molho de cartas esbardalhadas numa mesa e alguém se lembrou 'ah e tal vamos chamar a isto um Full House' e ah tal e porquê? 'Porque a casa está full de parvos a gastar dinheiro nisto'.
Sugiro o Peixinho para campeonatos mundiais, e porquê não ir ainda mais longe e sugerir o 40 Apanha?
Gajas e gajos de nalgas para o ar a apanhar cartas e o mais rápido ganhava a jogada. Até já consigo imaginar o remake da música Poker Face da Lady Gaga nos ouvidos.