O dia em que descobri que o Universo não me curte

Comecei a desconfiar deste pequeno preconceito por parte do Universo para comigo no dia dezassete de Janeiro do corrente ano, quando ao deslocar-me a uma Worten para matar saudades de máquinas fotográficas DSRL, agarro numa e o alarme dispara fazendo-me fugir da loja a sete-pés tornando-me o centro das atenções onde todos olhavam para mim de esguelha. Apressada. Corada e com uma mala grande debaixo do braço (nada suspeita) a dar de frosques qual prisioneira evadida do Estabelecimento Prisional de Linhó.
Quis acreditar na altura que aquilo foi uma coincidência, mas foi no dia dezoito que tirei esta perseguição a limpo. Eis que retorno à mesma loja e agarrei noutra máquina fotográfica diferente da que tinha agarrado no dia anterior e aquela treta dispara novamente. Ora se estava indecisa entre Nikon e Canon, contentei-me com um Non da parte do Sr. Universo.
Vem o segurança e vem o moço da Worten a correr e a pedir desculpas, eu digo-lhe que não tem de pedir desculpas que eu também só não a roubava porque o alarme disparava e seria apanhada o que era uma chatice. Ele fica assustado a olhar para mim, eu olho para o céu e pergunto-me cá para os meus botões o que é que é feito do humor destes jovens.
Mesmo assim considero-me uma tipa persistente e já que aquela Worten não queria nada comigo eu ia tentar outra. A loja seguinte, que já devia ter sido avisada que eu andava a fazer um estudo de mercado decidiu pôr as únicas três miseráveis máquinas que tinham fechadas numa vitrina. E é assim que querem vender e ganhar comissões?! Assim vão ganhar é um carrão de amigos. Bandalhos!
E pronto, ando abatida, consumida, saudosista porque realmente o Universo (e o Abade) não querem cooperar comigo e eu ando cheia de saudades de uma maquineta e de umas boas fotos.

A noite em que eu ia finando mas que afinal não finei (mas olhem que andei lá perto)

Esta publicação é dedicada a todas as pessoas que acham que vão ficar eternamente solteiras e que vão morrer sozinhas sendo encontradas dois meses mais tarde já meias mumificadas e porque já o apartamento trasandava a couves de bruxelas podres.
Meus pequenos javardolas não se fiem que lá por estarem numa relação estão safos de finarem sozinhos sem ninguém que se lembre de vós. E digo-vos isto em primeiríssima mão. Eu, que ontem ia morrendo no meio dos lençóis sem ninguém que me acudisse e se pensam que foi por metano em excesso no vale das mantas estão vós bem enganados.
Pois que ontem a meio de um profundo sono, em que eu certamente parecia uma princesa com a baba no canto da boca eis que me engasgo e acordo a sufocar. Tossi convulsivamente cerca de 5 minutos quase sem conseguir respirar e quando finalmente a gosma saiu do goto eu vi a minha vida em flashback e tive de partilhar esta aprendizagem com vós.
Não me atrevi a chamar o Abade (que estava na sala). Estava demasiado carente pela minha experiência próxima da morte e possivelmente ia ser chamada de maricas. Mas de manhã, quando acordei, perguntei-lhe assim como quem não quer a coisa se não tinha ouvido alguma coisa estranha no quarto, quando me diz a personagem que ouviu um ataque de tosse mas que não deu importância.
Maneiras que eu poderia ter morrido tranquilamente a espernear enquanto o Abade na divisão ao lado pensava que não era nada de especial. Querem um conselho? Não arranjem maridos nem mulheres, arranjem animais de estimação, quando mais não seja comem-vos uma perninha ou um bracinho, mas não estarão sozinhos.
E com isto tudo estou a cair para o lado de sono é que ontem fiquei com uma cagufa tão grande de falecer que não consegui dormir mais nada de jeito.

Um dos grandes medos da humanidade, mais especificamente, meu.

Eu tenho um grande medo. Aliás, eu tenho vários medos mas tenho um que vai além de todos os outros e chega mesmo ao ponto de me provocar ataques de pânico: campainhas.
De onde vem este pânico? Não sei. Talvez seja a mania da perseguição. Mas há 28 miseráveis anos que o tenho e cada vez que tocam no botãozinho irritante perco 5 meses de vida e borro-me toda. Nunca me hei-de habituar àquele som estridente que me faz serrilhar os dentes, põe-me o coração com taquicardias e a hiperventilar.
Há quem ache o som das sirenes de ambulâncias um mau pronúncio, pois eu cá acho as campainhas piores ainda, porque sabemos de antemão que é para peditórios, ou calamidade das calamidades, os comerciais da Zon ou da Meo. Tenho para mim, que estes comerciais são representantes do demónio na Terra e que andam a ceifar umas quantas almas para Belzebú.
Quando os filhos da mãe tocam à porta, eu e o Abade entramos em modo 1, 2, 3 macaquinho do chinês. Ninguém mexe, ninguém fala, ninguém respira, ninguém sequer manda uma bufa ninja até que eles cedam ao facto de que há gente em casa mas que ninguém lhes vai abrir a porta. Mesmo que dois segundos antes o chão estremecesse ao som de um bom Baixo.
Mas o verdadeiro terror é o dia da reunião de condomínio. Essa seita malvada que desata a tocar às campainhas dos condóminos a informar que a reunião está prestes a iniciar e que todos deviam comparecer porque se tratam de assuntos comuns sem interesse nenhum para ninguém em particular. 
Nesses dias não se janta, não se liga uma luz, não se fala e só se vai passear o cão quando já não há vestígios do sacrifício humano, ou seja, a eleição dos novos administradores.
Tenho fugido por entre os pingos da chuva durante seis anos, por isso, sempre que me tocam à campainha eu penso que é a terrível notícia de que este ano serei a nova administradora e eu não aguento com notícias assim tão fortes, eu tenho um coração de passarinho.
Após pesquisa no Google chego à conclusão de que não existe nome científico para esta minha fobia. Talvez seja a única, uma espécie em vias de extinção, uma edição limitada? Por isso apressem-se nas vossas licitações, para tal, basta solicitarem o meu número da conta bancária por e-mail.

Macacos me mordam!

Não ligo a rock britânico já que as músicas parecem-me todas iguais mas esta dos Artic Monkeys é daquelas que merece o meu voto e irá para a minha lista de Músicas para Uma Boa Berlaitada [link]
É extremamente sensual e para além do próprio ritmo o video está, de facto, muito bem conseguido. Quase que não se consegue desviar o olhar, é hipnotizante.
Maneiras que o Abade está a trabalhar para sustentar o nosso estilo de vida luxuoso e oponente e uma moça está aqui sozinha a ouvir esta música e a pensar que um homem só faz falta quando não está (salve seja), resta-me olhar para o Yoshi e vê-lo levantar-se da cama e ir a bombar os quadris sala fora que o gajo anda cheio de tesão e não consegue andar como um animal normal, parece que tenho uma concertina em vez de um cão.
Já agora, não sei se repararam mas estamos em 2014 e aquilo que eu profetizei aconteceu! Exactamente conforme no dia 01 de Janeiro de 2013 rebentou-me novamente um herpes na beiça no dia 01 de Janeiro de 2014. Eu já nem faço resoluções de ano novo porque o máximo que consigo ganhar é uma tromba nova.
Para 2014 quero que os cientistas se deixem de coisas e inventem a cura para o herpes, porque eu já experimentei de tudo; desde a furar com uma agulha, a esfregar alho, álcool, acetona, gelo, piri-piri e a única coisa que consegui foi ficar com a beiça o dobro do volume e a arder.
Tenho ali um porquinho mealheiro com cerca de nove euros em moedas de 1€. Faço de boa vontade uma doação a uma Universidade qualquer, isto, se me prometerem estudos exaustivos na cura desta bodega.

Coisas que eu faria se fosse estupidamente rica

Começava por comprar o Júlio de Matos e internava-me lá dentro.
Tornava-o uma estância de luxo mas com o privilégio de poder andar drogada todo o santo dia e poder dizer todas as barbaridades do Universo porque afinal era maluca dos cornos e tinha desculpa.
Aproveitava e contratava para Staff do Júlio de Matos toda a equipa dos Bombeiros Sapadores de Setúbal porque é sempre importante ter Bombeiros ao pé de uma pessoa não vá alguma coisa pegar fogo ou precisarmos de assistência.
Internava também a minha mãe, porque ela foi uma das pessoas que encomendou o calendário dos Bombeiros Sapadores de Setúbal e que ajudou a esgotá-lo.
Comprava uma grande casa ao pé dos Bombeiros Sapadores de Setúbal porque não há melhor forma de estar protegida do que junto a um quartel.
Fundava a TBSS - Televisão Bombeiros Sapadores de Setúbal e passaria exclusivamente notícias sobre meteorologia onde os pivôs seriam, claro está, os Bombeiros Sapadores de Setúbal. Estariam sempre super profissionais de cuecas a apresentar avisos da protecção civil. Atrevo-me a dizer que durante o ano seguinte os avisos seriam sempre de alerta vermelho por causa do calor e já consigo imaginar o mulherio por esse Portugal fora a ir esfalecer às portas de Setúbal.
Assim de repente não me ocorre mais nada que faria se eu fosse estupidamente rica.

Deixem-me ser uma mártir do consumismo. Eu aguento! Juro que aguento.

Eu não precisava. Mas uma vozinha dentro de mim que já há muito que não se manifestava decidiu que a Black Friday era o momento oportuno para comprar algo que eu não precisava para nada e foi nesta ideia que surgiu a ideia de adquirir um tablet, uma coisa entre um telemóvel e um computador portátil, extremamente inútil mas incrivelmente fofa.
E, se de início, fiquei na dúvida sobre a utilidade de um tablet agora tenho mesmo a certeza que é deveras importante para os meus momentos de reflexão na casa de banho onde às vezes o telemóvel me falhava porque as peças do Candy Crush são um bocadinho pequenas e perdi algumas vidas devido a isso.
Mas como eu já sei como sou, assim que o paguei e saí de saquinho na mão, olhei para o Abade e decidi que era nele que iria pôr as culpas do meu consumismo, e disse-lhe tranquilamente 'sabes morzinho, eu comprei isto mas não é só para mim, é também para ti. Para o levares para o trabalho quando der futebol para veres, porque eu sei que gostas. Isto é para os dois'.
Ora, quem tem o prazer de me conhecer repara logo nos cinco primeiros minutos que eu abomino desporto, mais concretamente futebol. Por isso, assim que eu disse esta frase o Abade viu a vida a andar para trás.
Eu, logo eu, que quando tenho um gadget informático novo em folha nas minhas mãos até durmo com ele e dou-lhe beijinhos, dei por mim a empurrar o tablet para o moço, entre uns 'vááá, leva. Eu sei que dá futebol' e uns 'não posso, não tenho tempo para ver isso no trabalho' lá consegui obrigá-lo a levar o tablet para o trabalho e fiquei a tarde toda a chorar a ausência dele. Do tablet, diga-se.
Ele acabou por não ver nada, mas eu fiquei com a consciência mais leve. Tão leve que eu achei que devia dar-lhe um bocadinho mais de peso. E o que é que eu fiz? Fui dar 30€ por uma capinha extremamente inútil, mas tal como o tablet, incrívelmente fofa.
Tenho agora de obrigar o Abade a utilizar mais uma vez o aparelho porque a minha consciência está ao nível dos pés e eu não consigo dormir descansada.

Querem segredos? Eu dou-vos segredos escandalosos

Existe por aí um blog que reúne segredos ditos em forma de post, parece que a malta escreve os podres através do e-mail, enviam, eles colam o texto numa imagem e publicam, todos sabemos que blog é mas não me está a apetecer fazer publicidade gratuita até porque não me pagam para isso.
Ora, isto é um conceito que não me entra na cabeça porque eu sou uma boca de trapos e não consigo guardar segredos muito bem e, se às vezes, o simples facto de manter a boca fechada sobre a prenda ou surpresa de alguém é coisa para me deixar com palpitações eu nem quero imaginar o que é viver com um segredo durante uma vida. Maneiras que decidi compilar aqui alguns dos meus segredos que não são segredos, porque eu não tenho segredos mas não vou usar imagens paneleiras porque isso já roça o indecente e eu sou uma moça com alto sentido estético.

Segredo 1: Quando era miúda queria ter bigode. Ficava fascinada com o meu avô a fazer o bigode com a gilette até ao dia em que ele virou costas eu agarrei na dita, fiz o buço e cortei-me. Ganhei uma cicatriz, uma palmada na peida e uma história gira. Hoje sou adulta e só queria que este filho da mãe desaparecesse!

Segredo 2: Descobri no guarda-fatos dos meus pais uma cassete chamada Labirinto Anal. Lampeira como sou, pensei que fosse um jogo e toca de por no leitor. Fiquei a saber que o cú serve para mais coisas do que para cagar. Estive de trombas três dias com os meus pais até que lhes contei e apanhei uma palmada na peida por mexer onde não devia.

Segredo 3: Adoro experimentar sensações novas. A melhor delas foi juntar os atacadores de ambos os ténis e começar a descer escadas. Escusado será dizer que vim por ali abaixo e só parei depois de comer as escadas todas com as costas. Desde aí comecei a ter atenção, evito-me de fazer desportos e... levei uma palmada na peida.

Se eu quisesse conseguia descobrir ainda mais coisas secretamente estúpidas da minha vida, mas vocês ficariam com uma ideia pior do que já têm sobre mim. Assim sendo, eu vou revelando informações preciosas aos poucos, para que vós, meus coscuvilheiros, tenham tempo de digerirem a informação e continuarem a achar que eu sou impecável.

Facebook: a aplicação que resolve problemas que não teríamos se ela própria não existisse

Assumo. Eu sou daquelas personagens dependentes das redes sociais. A última coisa que faço antes de dormir e a primeira depois de acordar é ligar os dados móveis e poluir o face com publicações extremamente desnecessárias para o resto da humanidade, mas que mesmo assim, eu sinto-me na obrigação de as partilhar.
Preciso do facebook para viver como quem precisa de papel higiénico, mas se por um lado as redes sociais têm muitas coisas boas (não sei bem o quê, mas pronto) as más também não se ficam nada atrás.
Por exemplo; quem tem blogs tem quase sempre os anónimos "fofinhos" que tiram uma pessoa do sério, coisa que eu gostaria de ter mas que por algum motivo ninguém quer embirrar comigo mas em contrapartida eu tenho as chagas no facebook. Autênticos chatos que não reparam quando estão a ser extremamente incovenientes e burros que nem portas. Chagas essas, que, mesmo rejeitando os pedidos de amizade e não respondendo às mensagens claramente de engate continuam a insistir. Possivelmente são daquelas personagens que acham que quando uma mulher diz que 'não', na realidade ela quer dizer 'sim'. E quando chegam à conclusão que não vão levar resposta atiram um 'és tão mal educada' e um 'devias levar umas palmadas'. Eu admito. Gosto de um spanking, mas vamos lá ter calma que eu não dou a nalga a qualquer um.
Ora, chamarem-me mal educada é coisa para me fazer perder a paciência em dois segundos e libertar a parvalhona que há em mim. Dito isto, senti-me à beira da loucura e bloqueei o gajo. Enlouqueci!
Há quem goste de fazer bungee jumping, snowboard, levar no cú, tudo para libertar a adrenalina no sangue. Mas eu cá gosto é de bloquear a malta e ficar-me a rir maquiavélicamente sozinha por ser uma pessoa tão malvada.
O que me chateia nisto, é que eu até me considero uma porreiraça, pessoa de bom trato e bem disposta, mas se há coisa que nunca consegui suportar são os D. Juans mal-amados de Portugal. Às vezes questiono-me como é que deixei o Abade lançar a escada, eu devia estar num dia bom. Mas também as nossas primeiras palavras foram extremamente românticas com ele a pisar-me o pé e pedir-me desculpa e eu dizer-lhe um 'não desculpo' seguido de um 'olha vamos ali à Worten para eu comprar o CD dos Comme Restus?'
Obrigado facebook. Obrigado por teres essa maravilhosa opção de bloqueio que nunca seria necessária caso tu não existisses. Um dia destes fecho a minha conta. Um dia... mas hoje não é o dia que eu ainda tenho de ir partilhar coisas desnecessárias com a minha gente.

Mais uma Alienoidz

Nunca mais direi mal dos programas da manhã dos quatro canais públicos, pois se não fosse a RTP 1 com as seus eventos nas santas terrinhas e afins eu nunca teria conhecido uma banda que me deixou de boca aberta.
Já ouviram falar de NOIDZ? Não? Pois eu também não, até meados de Outubro deste ano, quando o Abade a fazer zapping ficou estático quando viu uma banda que misturava estilos que nada têm a ver uns com os outros e que talvez por isso seja assim tão cativante. Uma banda que junta Metal, Trance, gaita de foles, guitarra portuguesa e ainda Fado. E quem disse que não se junta Fado com Metal? Ai junta-se! Junta-se! E fica uma mistura que me fez tirar o CD de Metallica do carro, por ser um som tão inovador que é impossível não gostar.

E antes que pensem 'ah e tal estás a fazer grande propaganda, deves ser a manager' eu vos digo que era bom era, seus malandros. Era sinal que podia andar com eles para todo o lado, mas não. Apenas acho que o talento e originalidade devem ser partilhados, ainda para mais quando se trata de uma banda portuguesa.
Para além do mais, o conceito deles é bastante original. São extraterrestres que fugiram à destruição do seu planeta e aterram na Terra para partilhar a sua sabedoria através do seu som inovador.

Bem vindos ao planeta NOIDZ.

E tu Didi? O que foste tu nas vidas passadas?

Garimpeira! Fui garimpeira no Velho Oeste com toda a certeza!
Há quem queira acreditar que foi princesa, rei, faraó, artista, mecenas, prostituta, rabicholas... mas eu cá sou muito terra-a-terra e sei perfeitamente qual foi a minha profissão passada. É que nem valeu a pena tentar a minha sorte nos jogos de grande credibilidade do facebook que garantem o resultado com 99,9999% de certezas porque estou tão convicta do que fui que nada abalará a minha fé. Até porque ainda me diziam que eu era uma dona de casa exemplar e dedicada aos filhos e eu acabava já aqui com o meu sofrimento kármico.
E se pensam vós que eu era garimpeira por causa da minha paixão por ouro e pedras preciosas estão vocês bem enganados. Porque apesar de eu dar o cú e oito tostões por bens materiais, há um dom eterno que me acompanha de outras vidas em que a palavra chave é: cocó.
Eu peneiro tão bem os cagalhotos dos meus felinos como peneirava ouro e com tanta mestria que isto seria impossível de se adquirir numa vida. Seriam precisas pelo menos duas encarnações a fazer o mesmo e um part-time de uma terceira encarnação para suportar o pivete de merda com tanto estilo que quem vê por fora diria que estava a cheirar chocolate (bem, lá castanho ele é...).
Todos nós temos uma tarefa a cumprir neste planeta, a minha é limpar merda dos outros. E por falar nisso, os meus gatos já estão todos lado a lado a colocarem-me pressão para ir efectuar o ritual de limpezas da cagadeira deles, mas que grandes cabrões que estes gajos me saíram!
Agora que penso bem neste assunto, se calhar, não fui garimpeira. Cá para mim fui uma escrava que é o que estes filhos de uma gaita fazem de mim.