Andava há milénios a tentar converter a senhora minha mãe ao maravilhoso mundo da internet e suas aplicações sociais e agora que finalmente a converti quero uma máquina do tempo para voltar atrás e dar-me um auto-pontapé no lombo na altura em que tive aquela ideia.
Nunca tive tanta notificação como agora, é likes em tudo, é mensagens, é comentários em tudo e a última das últimas deixou-me uma mensagem de boa noite numa página de amantes de gatos. A mulher apanha o rato na mão e é; bumba, bumba, bumba a clicar em tudo! Tudo o que é passível de clicar lá está ela a marcar presença.
Da última vez que falamos ao telemóvel estive duas horas a explicar que botõezinhos eram aqueles lá em cima ao pé da palavra Facebook, eu explicava e ela dizia "ahhhhh! ohhhhhh!" até que perdi a paciência e tive de passar ao Abade que (por incrível que pareça) teve mais paciência que eu.
É nestas alturas que eu vejo que daria uma óptima professora, a criança à segunda pergunta que me fizesse com a desculpa que não percebeu a resposta, pumbaaaaaa, levava logo um berro que andava 5 metros para trás.
Mas posso dizer orgulhosamente que ela já começa a dominar aquilo, tirando os pontapés na ortografia que ela manda, já não me manda mensagens de boa noite onde calha e até já sabe por em play as músicas do youtube. Resta-me ensinar-lhe a usar o Skype e a ir ao Redtube para se entreter.
Uma pessoa fica orgulhosa, de a ver crescer e aprender assim, é para isto que a gente vive!
E que andas tu a fazer nas tuas folgas Didi??
Mas ontem é que foi! 13km feitos metade dos quais a levar com o vento de frente no trombil e se por um lado me refrescava por outro cansava um bocado, mas lá chegamos. Esvaziei o cantil, fiz os alongamentos que o mê home me mandou e hoje estou aqui fresquinha das pernas, os entrefolhos é que estão um bocado assados e vou seguir o conselho de quem percebe e para a próxima não levo roupa interior e vai tudo ali à fresca e ao badalo.
Agora estão vocês aí a gozar comigo que 13km não é nada e o camandro, mas em boa verdade eu vos digo que para mim 13km é igual a uma maratona de 500km pois eu não fazia exercício físico à colhões e estou com uma resistência de um caracol recém-nascido!
Já estou a pensar é na próxima volta porque isto até tem a sua piada.
Nunca digas nunca
A última vez que Lisboa e arredores estiveram em perigo foi quando passei com distinção no exame de condução e comecei a vir de chaço para o trabalho, baldeou-se passeios, ia atropelando um peão ou outro, esquecia-me de por gasolina, passava vermelhos, o normal! Entretanto, ganhei experiência fiquei uma profissional e depois achei que queria fazer o Abade engolir as palavras e comprei uma bina.
E pela primeira vez desde há 17 anos que não sentava a rabadilha num selim e caí, logo assim, logo à bruta e de joelho no chão encontrando-me neste momento com o meu joelho a jorrar uma nhanha branca, inchado que parece um trambolho e a ficar ligeiramente roxo, não contando com as nódoas negras novinhas em folha na barriga da perna e na palma da mão que foi contra o chão, porque eu achei que não valia a pena levar luvas uma vez que só ia só dar uma volta pequena aqui na zona para nos conhecermos mutuamente.
Bem sei que talvez não tivesse com o melhor calçado no melhor terreno, porque os gajos tinham sola lisa e o terreno era cheio de areias pequeninas, mas porra, também não era preciso eu cair parada e de lado porque a pata me escorregou e eu tombei para para a esquerda para delicia de um casal que estava dentro do carro a ver-me e a rirem-se que nem uns parvalhões (cabrões, que vos nasça uma figueira no cú) e para espanto do Abade que ficou a olhar para mim como se acabasse de me conhecer e não ficasse com a melhor impressão.
Bina Maria, ainda agora começamos este convívio e tu já me esbardalhaste no chão? Eu gosto de ti e estou a tentar com todas as minhas forças gostar dessa merda que se chama exercício físico porque dizem que é saudável, mas se isto continua assim eu vou ser saudável e é pró caralho!
E pela primeira vez desde há 17 anos que não sentava a rabadilha num selim e caí, logo assim, logo à bruta e de joelho no chão encontrando-me neste momento com o meu joelho a jorrar uma nhanha branca, inchado que parece um trambolho e a ficar ligeiramente roxo, não contando com as nódoas negras novinhas em folha na barriga da perna e na palma da mão que foi contra o chão, porque eu achei que não valia a pena levar luvas uma vez que só ia só dar uma volta pequena aqui na zona para nos conhecermos mutuamente.
Bem sei que talvez não tivesse com o melhor calçado no melhor terreno, porque os gajos tinham sola lisa e o terreno era cheio de areias pequeninas, mas porra, também não era preciso eu cair parada e de lado porque a pata me escorregou e eu tombei para para a esquerda para delicia de um casal que estava dentro do carro a ver-me e a rirem-se que nem uns parvalhões (cabrões, que vos nasça uma figueira no cú) e para espanto do Abade que ficou a olhar para mim como se acabasse de me conhecer e não ficasse com a melhor impressão.
Bina Maria, ainda agora começamos este convívio e tu já me esbardalhaste no chão? Eu gosto de ti e estou a tentar com todas as minhas forças gostar dessa merda que se chama exercício físico porque dizem que é saudável, mas se isto continua assim eu vou ser saudável e é pró caralho!
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Acho que entrei em morte cerebral. Atenção que eu não digo isto levianamente, é que eu acho mesmo que os meus neurónios foram-se todos, pois desde que o Abade começou a andar de bicicleta que a minha capacidade cerebral diminuiu bastante e atrevo-me a dizer que deve estar próxima do zero porque se antes conseguia construir frases como um ser humano normal agora praticamente só digo "bicicleta".
Isto foi o degredo meus amigos!
Isto foi o degredo meus amigos!
O Abade mandou um grande tombo de bina. Deslocou o dedo indicador, ficou magoado das costelas e a pele do cotovelo foi toda ao ar. Mandei vir com ele, gritei com ele, chamei-lhe parvalhão por pôr a vida dele em risco e ainda lhe atirei um "vê lá se não queres que eu te parta a bina toda", isto é uma reacção normal de quem se preocupa o que não é normal é que passado uma semana eu disse-lhe que também queria uma bicicleta para ir andar nos montes!
Maneiras que ao dia 31/07/2013 eu, Didi Francisca, comprei a minha bicicleta, agora resta-me aprender a usar as mudanças porque nunca tive uma bicla com tanto acessório no guiador e ir para os montes e partir-me toda. Estou um bocadinho irritada porque a nível de equipamentos não há quase nada para gaja e logo eu, que gosto de cenas bem pirosas!
Olá, sou a Bina Maria, e adoro quando a minha dona mete a bilha em cima de mim!
Para o que eu estaria guardada...
Acho que o Abade entrou em morte cerebral. Atenção que eu não digo isto levianamente, é que eu acho mesmo que os neurónios foram-se todos, pois desde que começou a andar de bicicleta que a sua capacidade cerebral diminuiu bastante e atrevo-me a dizer que deve estar próxima do zero porque se antes conseguia construir frases como um ser humano normal agora praticamente só diz "bicicleta".
Todo e qualquer tipo de comunicação verbal que se inicia com ele, ele espeta sempre a puta da palavra lá pelo meio, e se ao início até era engraçado agora já se está a tornar cansativo e sem piléria nenhuma, às vezes, já dou por mim a evitar conversar com ele porque sei que se lhe digo alguma coisa como "esta paisagem é linda" ele diz-me "tantos trilhos para andar de bicicleta", mata-me o romantismo, mata-me a boa disposição e já não há paciência, tudo tem piada até ao ponto que enjoa e neste momento sinto-me mesmo mal disposta.
Mas compreendo, se calhar eu estou a ser uma pessoa pouco compreensiva, possivelmente o moço teve um AVC que lhe afectou a capacidade comunicativa e eu aqui a gozar com ele, eu realmente devia era ganhar juízo e levá-lo a um médico para lhe diagnosticar o problema, mais precisamente a um médico psiquiatra.
E só de pensar que eu até andava a ponderar andar de bicicleta, mas se é para ficar assim prefiro ficar uma texuga mas conseguir formar uma frase com 120 palavras sem incluir a palavra bicicleta.
Agora que li este texto apercebi-me que repeti a palavra "bicicleta" quatro vezes! OH NÃO! COMECEI! É o principio do fim, daqui a um mês possivelmente já não consigo sequer abrir uma página de internet e nunca mais conseguirei comunicar com vocês!!!!!
Todo e qualquer tipo de comunicação verbal que se inicia com ele, ele espeta sempre a puta da palavra lá pelo meio, e se ao início até era engraçado agora já se está a tornar cansativo e sem piléria nenhuma, às vezes, já dou por mim a evitar conversar com ele porque sei que se lhe digo alguma coisa como "esta paisagem é linda" ele diz-me "tantos trilhos para andar de bicicleta", mata-me o romantismo, mata-me a boa disposição e já não há paciência, tudo tem piada até ao ponto que enjoa e neste momento sinto-me mesmo mal disposta.
Mas compreendo, se calhar eu estou a ser uma pessoa pouco compreensiva, possivelmente o moço teve um AVC que lhe afectou a capacidade comunicativa e eu aqui a gozar com ele, eu realmente devia era ganhar juízo e levá-lo a um médico para lhe diagnosticar o problema, mais precisamente a um médico psiquiatra.
E só de pensar que eu até andava a ponderar andar de bicicleta, mas se é para ficar assim prefiro ficar uma texuga mas conseguir formar uma frase com 120 palavras sem incluir a palavra bicicleta.
Agora que li este texto apercebi-me que repeti a palavra "bicicleta" quatro vezes! OH NÃO! COMECEI! É o principio do fim, daqui a um mês possivelmente já não consigo sequer abrir uma página de internet e nunca mais conseguirei comunicar com vocês!!!!!
Não se aguenta!
Não aguento mais este bafo que se faz sentir. Quer dizer, até era capaz de aguentar se estivesse de férias e não a trabalhar como a mula que sou. Se calhar até estou com uma menopausa precoce e não sei, o que sei é que estou toda húmida e com o rego do cú abastecido com o rio de água que me escorre pelo lombo abaixo.
Uma pessoa trabalha numa empresa tão conceituada, mas tão conceituada que nem sequer tem dinheiro para colocar um ar condicionado para aliviar os colaboradores, que cabrões!
O ordenado já é uma valente bosta e mesmo assim ainda tenho de ir gastar dinheiro para comprar um borrifador de água para me refrescar no intervalo dos atendimentos, filhos da mãe, haviam de lhes oferecer um borrifador mas era com ácido e borrifar-lhes as trombas!
Uma pessoa trabalha numa empresa tão conceituada, mas tão conceituada que nem sequer tem dinheiro para colocar um ar condicionado para aliviar os colaboradores, que cabrões!
O ordenado já é uma valente bosta e mesmo assim ainda tenho de ir gastar dinheiro para comprar um borrifador de água para me refrescar no intervalo dos atendimentos, filhos da mãe, haviam de lhes oferecer um borrifador mas era com ácido e borrifar-lhes as trombas!
No limiar da loucura
Passei esta noite em claro atormentada com uma notícia que li sobre uma cadelinha que morreu por levar um pontapé do dono, não consegui pensar em mais nada durante o dia inteiro. Trabalhei oito horas sempre com o que li no meu pensamento e sempre a conter as lágrimas que teimavam em saltar dos olhos quando me lembrava da imagem da cadela morta, encolhida com expressão de quem estava a dormir em paz.
A imagem atormentou-me o dia inteiro, e à noite, na cama não aguentei as lágrimas e chorei, caíram sem parar não apenas pela cadela mas por toda a crueldade a que os animais são sujeitos diariamente ao redor do mundo, quer por divertimento, quer para alimentação, quer por tradição, quer para vestuário.
Chorei porque sou sensível à violência contra animais (e não só), chorei porque não compreendo como é que alguém consegue magoar um animal inocente e que é sempre visto perante a sociedade como um bem, chorei ao imaginar a dor deles, a solidão deles sem ninguém que lhes dê voz.
Sempre os tentei ajudar, mesmo em criança já resgatava as abelhas que caíam nos riachos e nunca me picaram, talvez estivessem em choque, talvez estivessem agradecidas por terem sido salvas, não sei, o que sei é que sempre que me é possível evito a morte de um ser vivo, porque eu respeito a vida.
O único pedido que eu tenho para o Universo (e se a reencarnação realmente existir) é que não deixe que esta vida de sofrimento seja a última, que sejam novamente enviados em liberdade, na natureza sem contacto com humanos cruéis ou então para junto de alguém que lhes mostre carinho e amor, porque ainda existem humanos com coração que lutam por eles.
Sinto-me esgotada psicologicamente e um bocadinho à beira da loucura porque sei que esta violência não tem fim e apenas tem tendência a aumentar. Anseio o dia em que a humanidade ganhe finalmente consciência de que todos merecemos viver com dignidade.
Agradeço do fundo do coração às instituições que todos os dias lutam pelos direitos dos animais.
Conspiração Universal
Sabemos que o mundo afinal tem salvação quando atendo um senhor com uns 60/65 com uma camisola de Rammstein e eu lhe digo "boa camisola, bom gosto" e ele me diz "eu sei" com um grande sorriso!
E eu que pensava que o bom gosto degenerava com a idade, afinal não é verdade! Quando for velha jarreta vou andar de tetas pingonas mas vou continuar com bom gosto e se não estiver internada num manicómio irei andar a dar begaladas nos cornos dos putos que oiçam as músicas futurísticas (que certamente irão ser pops ainda mais apaneleirados do que já são).
Aproveito também para dizer que o Abade é um sacana que praticamente me obrigou a dizer a uma gaja da worten que me sinto uma cachalote, não é que eu esteja badocha, estou vá... roliça porque estes 5Kg a mais estão-me a fazer confusão aos neurónios, pois se por um lado as boobs estão mais roliças também a peida o está e assim não há maneira de enfiar este nalguedo no selim sem ficar com meia borda de fora e parar o trânsito com o meu cagueiro!
Como se isto não bastasse a worten não tinha o livro da Dieta dos 31 Dias (deve ser verdade, deve, comigo a comer pacotinhos de bolachas de chocolate deve ser a dieta dos 365 dias) e ao sair da loja sou abordada por um panasca a perguntar se encontrei o que procurava, disse-lhe que não e antes que ele fizesse mais perguntas despropositadas ia a fugir quando o parvalhão me pergunta o que tinha vindo à procura e o Abade lhe diz "era a Dieta dos 31 Dias, mas não havia", cum caralho, manda-me o gajo um granda berro para a colega "Não temos a Dieta dos 31 dias????" e pronto... basicamente a worten e atrevo-me a dizer que o Continente que está ao lado ficou a saber deste meu pequeno complexo que era facilmente resolvido se eu não comesse chocolates que nem uma porca.
Assim não vou longe...
Assim não vou longe...
Não fui talhada para isto!
Eu sei que irei falecer cedo porque sou uma gaja stressada e à mínima coisa rebenta-me a bolha e desato aos berros com toda a gente e se não houver gente berro com as paredes e dou pontapés nas cadeiras porque preciso de aliviar a burrice com que me cruzo diariamente. O que eu não estou habituada é quando a burrice é minha.
Claro que quando agarrei na factura para dar a contagem da luz e ao fim de 15 tentativas a ligar e me dizem que não era possível dar a contagem pois o código de local estava errado eu liguei para o Abade e ordenei-lhe em tom levemente elevado para não me dar tarefas complicadas. O moço muito pacientemente disse-me para olhar para a factura e lhe dizer o que eu estava a ler.
Que raio! A passar-me um talho de parva quando eu sei perfeitamente ler, até que olho para o logotipo da empresa e leio "LisboaGas", fiquei em silêncio e ouço o hôme do outro lado "não me digas que agarraste numa factura errada?".
"Não! Claro que não, disparate! Achas mesmo?"
"Acho!"
E a chamada caiu. Vá... desliguei-a. Mas é muito complicado eu admitir a minha burrice, porque eu sou perfeita e se uma pessoa arranja um homem é mesmo para fazer estas pequenas coisas que fazem confusão à perfeita mente feminina!
Claro que quando agarrei na factura para dar a contagem da luz e ao fim de 15 tentativas a ligar e me dizem que não era possível dar a contagem pois o código de local estava errado eu liguei para o Abade e ordenei-lhe em tom levemente elevado para não me dar tarefas complicadas. O moço muito pacientemente disse-me para olhar para a factura e lhe dizer o que eu estava a ler.
Que raio! A passar-me um talho de parva quando eu sei perfeitamente ler, até que olho para o logotipo da empresa e leio "LisboaGas", fiquei em silêncio e ouço o hôme do outro lado "não me digas que agarraste numa factura errada?".
"Não! Claro que não, disparate! Achas mesmo?"
"Acho!"
E a chamada caiu. Vá... desliguei-a. Mas é muito complicado eu admitir a minha burrice, porque eu sou perfeita e se uma pessoa arranja um homem é mesmo para fazer estas pequenas coisas que fazem confusão à perfeita mente feminina!
Há-de pagá-las!!!
O Abade continua numa de se armar em ciclista e toda a gente já sabe o profundo ódio que eu nutro aquela gente que me ocupa a faixa de rodagem toda e jamais e em tempo algum eu iria enfiar a peida em cima do selim de livre vontade, jamais até ontem, quando aquele gajo me disse que nunca iria ter paciência para andar comigo de bina porque para além de eu não saber andar de bicicleta andava cinco metros e caía para o lado.
O que é que ele me foi dizer! Isso lá é coisa que se diga a uma pessoa que odeia ciclistas e exercício físico?
Se há coisa que eu não admito é que me digam que que eu sou uma nódoa a fazer exercício, porque fico ofendida! Aliás, atrevo-me a dizer que fico tão ofendida que chego a ficar sem fôlego!
Ora dito isto, obriguei-o a ir assistir enquanto eu andava bicla pois juro que o irei obrigar a engolir as palavras assim como quando engole terra quando afocinha no chão. Erro crasso! Primeiro que encontrasse o equilíbrio parecia uma avestruz aos ziguezagues enquanto guinchava como um puto a levar umas bordoadas no lombo. Mas lá me consegui endireitar e ficar toda orgulhosa (apesar de o Abade se desmanchar a rir e estragar a minha concentração) até que quando tento parar a gaja e salto do selim para meter as patas no chão bato com o quadro da bicileta mesmo em cheio no pipi!
Se ainda ficasse lesionada por fornicar muito até que era motivo de orgulho, agora ficar lesionada das partes baixas por fazer exercício é para mim motivo de grande vergonha e vexame e espero que ninguém que me conheça do meu dia-a-dia leia isto porque senão vai perder a pouca consideração que tinha por mim.
Só gostava que alguém me tivesse dito que existia quadros para homens e outros para mulheres e que a bicicleta era demasiado alta para mim, evitava este desconforto que me assola o íntimo...
O que é que ele me foi dizer! Isso lá é coisa que se diga a uma pessoa que odeia ciclistas e exercício físico?
Se há coisa que eu não admito é que me digam que que eu sou uma nódoa a fazer exercício, porque fico ofendida! Aliás, atrevo-me a dizer que fico tão ofendida que chego a ficar sem fôlego!
Ora dito isto, obriguei-o a ir assistir enquanto eu andava bicla pois juro que o irei obrigar a engolir as palavras assim como quando engole terra quando afocinha no chão. Erro crasso! Primeiro que encontrasse o equilíbrio parecia uma avestruz aos ziguezagues enquanto guinchava como um puto a levar umas bordoadas no lombo. Mas lá me consegui endireitar e ficar toda orgulhosa (apesar de o Abade se desmanchar a rir e estragar a minha concentração) até que quando tento parar a gaja e salto do selim para meter as patas no chão bato com o quadro da bicileta mesmo em cheio no pipi!
Se ainda ficasse lesionada por fornicar muito até que era motivo de orgulho, agora ficar lesionada das partes baixas por fazer exercício é para mim motivo de grande vergonha e vexame e espero que ninguém que me conheça do meu dia-a-dia leia isto porque senão vai perder a pouca consideração que tinha por mim.
Só gostava que alguém me tivesse dito que existia quadros para homens e outros para mulheres e que a bicicleta era demasiado alta para mim, evitava este desconforto que me assola o íntimo...
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