Foi no dia 17 de Fevereiro pelas 11 horas da manhã no fuso horário GMT+00:00 Hora padrão da Europa Ocidental, que a minha pessoa (finalmente) se casou com o senhor Abade.
E digo, finalmente, pois já era paródia na altura do carnaval e do halloween dizer que eu era a noiva cadáver. Essa paródia acabou mas vieram outras em seu lugar igualmente boas, tais como «põe-me os cornos e eu exigo-te uma pensão de alimentos» ou a famosa «agora já podes quinar que já tenho direito à pensão de viuvez». Mas o melhor de tudo foram os 15 dias em que não fizemos a ponta de um pintelho. Só por isso, já me divorciava e casava outra vez, se o divórcio amigável não custasse 300 euros (!!!!!).
Se alguma coisa mudou com o casamento? Não, continua tudo igual, excepto, a confusão que me faz a aliança na mão esquerda. Depois de 11 anos a usar na mão direita e, de repente, começar a usar na mão esquerda é coisa para me fazer acordar a meio da noite em pânico com a sensação de que perdi a aliança, para descobrir que afinal a bicha está na mão esquerda!
E pronto, agora tenho de me dar ao respeito que já sou uma mulher casada!
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À la carte
Fui ao Osaka e a minha vida mudou. Não sabia que existiam restaurantes japoneses em que a comida era feita na hora, a pedido e só pagava o preço do menu. Até hoje, ainda só tinha ido a buffets (daqueles em que a comida parece uma pastilha elástica gorila ao fim de ser mascada durante meia hora) e ao Home Sweet Sushi (caríssimo como as cullotes do Luis XV e poucachíssima quantidade) maneiras que isto foi uma experiência avassaladora.
Desconhecia o termo "à la carte" e fiquei fascinada de ver que cada vez que pegava na ementa aparecia-me uma japonesa vinda não-sei-de-onde de bloco em riste pronta para apontar o meu pedido. Parecia um cartoon: eu levantava ementa e ela aparecia, eu baixava a ementa e ela desaparecia e isto vezes sem conta.
Pontos positivos? Comer o meu peso em sushi e em gambas. Queixar-me de dores de barriga mas continuar a comer até sentir o sashimi a assomar-se-me na goela.
A parte chata é que o Abade é um perigo com os pauzinhos e ia-me vazando uma vista. Não sei como é que um dos pauzinhos fez ricochete no outro, saiu disparado contra mim e eu, de tão cheia que estava, nem me mexi, limitei-me a levar com ele na tromba e ainda me fiquei a rir.
O ponto negativo é que as bebidas são caras que nem pepitas de ouro que eu até torci os olhos por isso fiquei-me por uma latinha miserável de coca-cola que me deu arrotos para o resto da noite.
Assim que fizer a digestão do que comi na semana passada regresso lá.
Parabéns a todas as mulheres
Porque um homem nunca entenderá a dor que é estar a aparar a pintelheira com uma tesoura e, sem querer, mandar uma naifada nas bordas do pito.
Sugestões para o Carnaval
Eu tentei mas não consegui evitar que a fashion blogger que habita nos cantos recônditos (e cheios da cotão) da minha mente viesse ao de cima. E como tal, cá estou eu para vos dar as sugestões de outfits para esta quadra festiva. Estas sugestões não são dadas levianamente, uma vez que, em tudo o que faço dispenso muito tempo em pesquisas e em estudos de mercados sobre os modelitos mais escolhidos e mais apreciados pelo público feminino e masculino.
Para as ladys está na moda (desde há vinte carnavais para cá) a fatiota de enfermeira putona, Minnie prostituta, freira bardajona, gata com o cio e coelhinha da playboy ainda mais pega do que já o era.
Para os machos está em alta, nada mais nada menos, do que a fantasia de mulheres da vida com as suas meias rasgadas, pelos nos sovacos, pernas raquíticas, pés tortos dos saltos, lábios borrados e barba de três dias.
Agora ide e aproveitai as minhas sugestões para serem hoje aquilo que gostariam de ser nos outros 364 dias do ano mas depois não se queixem das fotografias em poses comprometedores que possam aparecer nas redes sociais.
Para as ladys está na moda (desde há vinte carnavais para cá) a fatiota de enfermeira putona, Minnie prostituta, freira bardajona, gata com o cio e coelhinha da playboy ainda mais pega do que já o era.
Para os machos está em alta, nada mais nada menos, do que a fantasia de mulheres da vida com as suas meias rasgadas, pelos nos sovacos, pernas raquíticas, pés tortos dos saltos, lábios borrados e barba de três dias.
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