Poucas são as coisas que me tocam cá nos sacos lacrimais. Entre maus tratos/abandono animal, o saldo da minha conta e o Rei Leão, pensava eu que não havia muito mais que me fizesse chorar que nem uma descompensada pertencente a uma ala de psiquiatria de um hospício.
Pensava eu... mas andava esquecida da saga Final Fantasy! Malditos jogos que sempre que tenho um vislumbre do VII choro quando a Aeris morre. Choro no X quando o Tidus afinal é um produto dos sonhos e desaparece deixando a Yuna sozinha e maldito Final Fantasy XV que me deixou de nariz inchado, a fungar, de olhos vermelhos raiados de sangue e que me fez perder uma noite inteira enquanto revivia, nos meus sonhos, o final do jogo vezes e vezes sem fim!
Mas pior do que as histórias de amor infelizes e das bandas sonoras épicas que até arrepiam os pintelhos do cú o que realmente me traz as lágrimas aos olhos são os pares de tetas que dão às personagens femininas! Eu quero-me compadecer das dores das personagens do jogo mas distraio-me porque começo a fazer contas de cabeça dos valores para pôr umas xuxas daquelas e pronto! Pacote de lenços na mão e toca a chorar pelo luto da minha conta bancária, pela morte da personagem, pelas tetas que nunca irei ter, pelo Mufasa, pelo Simba, pela camada do Ozono, por todos os animais vítimas de abandono e pela fatia de pizza que ficou esquecida no microondas!
Possas pá! Estes gajos da Square Enix desgraçam a vida de uma pessoa!
Assim não há corrector de olheiras que aguente!
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Da minha inteligência
Andava eu à procura do álbum picasa para rever as fotos que tinha lá guardado para descobrir que o picasa já não existe e todo o conteúdo tinha sido transferido para uma pasta de arquivo dentro do google fotos.
Ora, achando eu que aquilo já não servia para nada além de ocupar espaço, vai daí e clico no botão eliminar. Hoje, abro o blog e vejo que a minha foto de perfil não existe, vou às publicações antigas e nada de fotos. Maneiras que é isto, a minha inteligência decidiu tirar férias e eu apaguei tudo o que era imagens do blog, sem querer!
Como tal, para festejar a minha burrice temos bar aberto para quem quiser encher-me de chibatadas.
Dramas femininos
Das várias coisas chatas pertencentes ao universo feminino a depilação é uma delas.
É uma chatice porque é preciso que o pêlo atinja um certo comprimento para ser arrancado. E com isto, não estou a falar da penugem das pernas e do pito porque esses estão escondidos do olhar alheio. Cada um sabe das suas vergonhas íntimas e só magoa o orgulho de quem os ostenta mas agora as pilosidades faciais são outros quinhentos.
Pêlinhos depenicados nas sobrancelhas. Pêlinhos espetados nobigode buço. Não há como esconder!
Eles pedem, aliás, exigem a atenção daquelas gajas que adoram esfregar-nos na cara que estamos com um ar bardajão.
É uma chatice porque é preciso que o pêlo atinja um certo comprimento para ser arrancado. E com isto, não estou a falar da penugem das pernas e do pito porque esses estão escondidos do olhar alheio. Cada um sabe das suas vergonhas íntimas e só magoa o orgulho de quem os ostenta mas agora as pilosidades faciais são outros quinhentos.
Pêlinhos depenicados nas sobrancelhas. Pêlinhos espetados no
Eles pedem, aliás, exigem a atenção daquelas gajas que adoram esfregar-nos na cara que estamos com um ar bardajão.
Como se já não bastasse a depilação ser dolorosa para o corpo (e para a carteira) eis que saímos da esteticista com a zona do buço e sobrancelhas vermelhas que nem tomates, que, praticamente gritam ao mundo «OH PESSOAL! VINDE CÁ VER ISTO QUE ESTA PORCA SAIU AGORA DA DEPILAÇÃO!!!!!».
Mas agora que tenho a depilação feita vou aproveitar e vou ali gozar com umas quantas gajas que já tem um bigode de fazer inveja a qualquer taxista.
Mas agora que tenho a depilação feita vou aproveitar e vou ali gozar com umas quantas gajas que já tem um bigode de fazer inveja a qualquer taxista.
Peanuts
Como agora é moda ser alérgico a alguma coisa e porque eu sou uma imitadora que não posso ver nada também eu descobri há uns tempos que os amendoins tem uns efeitos nefastos em mim se os comer à noite. Não vos apoquentais porque uma alergia em mim em nada tem a ver com as alergias no comum do mortal. Normalmente fazem umas borbulhinhas, dão uma caganeira, às vezes matam... coisa pouca! Mas comigo tinha de ser diferente, eu tinha de ter comichão no pito foda-se! E logo com amendoins que são o petisco barato do povo!
Pois que descobri que esta minha peculiar maleita tem tão de engraçada como de chata, porque se calha comentar com alguém que estou com comichão na snaita a primeira reacção é rirem-se que nem uns atrasados e a segunda é serem ordinários e perguntarem-me se eu quero que me coçem o pito. Descobri esta bela treta numa das minhas incursões nocturnas ao armário da comida e nessa noite acordei toda assada dos entrefolhos, fui ao bidé refrescar a patareca e acalmar a dor que me assolava. Mas como eu gosto de elucidar a minha gente e fazer umas experiências (pouco) científicas decidi, no dia seguinte, dar o meu pipi ao manifesto e ir comer mais uns amendoins antes de ir dormir. Soubesse o que sei hoje e tinha mandado a ciência dar uma curva e preferia continuar a acreditar que a Terra era plana.
Uma vez que era um teste científico fiz questão de comer amendoins acima da quota permitida por lei e comi um pacote inteiro e digo-vos que nessa noite passou-me tudo pela cabeça. Desde sair de casa para ir à mata raspar o pipi num pinheiro, desde esfregar-me com esfregão palha d'aço banhado em álcool etílico.
Ficou a lembrança que desse dia e nunca mais comi amendoins depois das 20h porque ainda hoje sinto stress pós-traumático.
Eu vivo para isto
Se há coisa que, às vezes, gosto de ver são os nossos telejornais deprimentes e chegar à conclusão que vão buscar os temas para as reportagens ao OLX e ao Custo Justo.
Ora vejamos, reza a história no telejornal da TVI de ontem que uma badalhoca vendeu um telemóvel através das redes sociais mas que a sua inteligência era pouca, esgotando-se quando clicou em "submeter anúncio" e não se lembrou de formatar o equipamento. Vai daí, que o gajo que lho comprou, que devia ser de Olhão porque teve um grande olho para o negócio, aproveitou-se do facto de haver imagens comprometedoramente badalhocas e vai de lhe pedir favores de cariz sexual.
Claro que a moça, choninhas, em vez de fazer o favor de, quiçá, um broche ou uma punhetazinha ao moço foi fazer queixinhas à polícia que o deteve logo de seguida. Desde quando é que uma pessoa é detida por pedir favores? É que se isto pega moda eu nunca mais peço favores a ninguém, senão um dia destes, vou parar à pildra juntamente com toda a população portuguesa que adora pedinchar.
Como se isto não bastasse, a jornalista que estava a narrar a reportagem encaixa ali no meio a melhor frase de sempre "o caso já se vinha a arrastar". Nota-se, à légua, que esta jornalista é uma brincalhona nas horas livres e que gosta de meter o seu dedo (ou a mão inteira) de humor subtilmente nos seus textos.
A juíza deveria deter a rapariga que vendeu o telemóvel pois devia ser proibido andar na rua sem um cérebro minimamente funcional. Já ao moço daria uma medalha por boa educação, por ter a honestidade e humildade de admitir que não consegue autosatisfazer-se e ter tido a coragem de pedir um favor. Tanta campanha sobre a impotência ter cura basta procurar ajuda e quando, finalmente, aparece um gajo pedir ajuda para levantar o marsápio é enxovalhado. Este País vai bonito, vai!
Ora vejamos, reza a história no telejornal da TVI de ontem que uma badalhoca vendeu um telemóvel através das redes sociais mas que a sua inteligência era pouca, esgotando-se quando clicou em "submeter anúncio" e não se lembrou de formatar o equipamento. Vai daí, que o gajo que lho comprou, que devia ser de Olhão porque teve um grande olho para o negócio, aproveitou-se do facto de haver imagens comprometedoramente badalhocas e vai de lhe pedir favores de cariz sexual.
Claro que a moça, choninhas, em vez de fazer o favor de, quiçá, um broche ou uma punhetazinha ao moço foi fazer queixinhas à polícia que o deteve logo de seguida. Desde quando é que uma pessoa é detida por pedir favores? É que se isto pega moda eu nunca mais peço favores a ninguém, senão um dia destes, vou parar à pildra juntamente com toda a população portuguesa que adora pedinchar.
Como se isto não bastasse, a jornalista que estava a narrar a reportagem encaixa ali no meio a melhor frase de sempre "o caso já se vinha a arrastar". Nota-se, à légua, que esta jornalista é uma brincalhona nas horas livres e que gosta de meter o seu dedo (ou a mão inteira) de humor subtilmente nos seus textos.
A juíza deveria deter a rapariga que vendeu o telemóvel pois devia ser proibido andar na rua sem um cérebro minimamente funcional. Já ao moço daria uma medalha por boa educação, por ter a honestidade e humildade de admitir que não consegue autosatisfazer-se e ter tido a coragem de pedir um favor. Tanta campanha sobre a impotência ter cura basta procurar ajuda e quando, finalmente, aparece um gajo pedir ajuda para levantar o marsápio é enxovalhado. Este País vai bonito, vai!
Duas coisas são infinitas: O Universo e o meu azar
Porque já não bastava ter a bica da fonte entre as pernas a jorrar sangue todos os meses quis o Universo que as tetas fossem constituídas maioritariamente por tecido adiposo que é como quem diz: por banhas foda-se! Oras, qualquer leigo percebe que, assim, que começamos a perder peso as mamas são as primeiras a esfumar-se. Num dia saímos à nossa mãe e no dia seguinte: SURPRESA! Agora sais ao pai.
Maneiras que com isto de ter as tetas mais murchas descobri um quisto na da esquerda. Fiz um like mental ao Universo e disse-lhe em tom brincadeira que tinha um sentido de humor mais escuro do que um buraco negro e que o timing não era o melhor visto que eu estava, finalmente, a ter uma vida saudável e que quinar agora, para além de não me dar jeito, era um bocado mau da parte dele. Adiante.
Andei ali um mês a remoer sem contar ao Abade nem à minha mãe, claro que quando finalmente contei levei uma épica piçada de cada um e só faltou levarem-me pelas orelhas ao médico. Marquei exames e fui fazê-los por duas vezes porque da primeira o gajo era um velho simpático mas tarado que me apalpou os marmelos por um tempo acima do medicamente aceitável e deve ter-se distraído com a qualidade dos mesmos que se baralhou todo no relatório e a médica achou por bem mandar repetir o exame porque aquilo estava uma grande javardice. Recomendou-me três clínicas: o IMI, o Euromedic ou a Crear. Como a sigla IMI é sinal de mau presságio e todos os anos faz-me chorar um bocadinho achei por bem escolher uma das outras.
E lá fui hoje para Lisboa. Comecei bem: a máquina que carrega os cartões Viva do Metro papou-me 2,80€ por duas viagens, não me deu talão e nem carregou o cartão. Não havia ninguém para reclamar, tive de lhes encher novamente o cú com mais 2,80€ e lá segui o meu caminho para a confusão, à pressa e atrasada, para uma clínica onde apesar de super chique e eficiente no exame ninguém me apalpou interminavelmente as Josefinas. Não percebi porquê, uma vez, que até sou uma gaja lavadinha.
Maneiras que com isto de ter as tetas mais murchas descobri um quisto na da esquerda. Fiz um like mental ao Universo e disse-lhe em tom brincadeira que tinha um sentido de humor mais escuro do que um buraco negro e que o timing não era o melhor visto que eu estava, finalmente, a ter uma vida saudável e que quinar agora, para além de não me dar jeito, era um bocado mau da parte dele. Adiante.
Andei ali um mês a remoer sem contar ao Abade nem à minha mãe, claro que quando finalmente contei levei uma épica piçada de cada um e só faltou levarem-me pelas orelhas ao médico. Marquei exames e fui fazê-los por duas vezes porque da primeira o gajo era um velho simpático mas tarado que me apalpou os marmelos por um tempo acima do medicamente aceitável e deve ter-se distraído com a qualidade dos mesmos que se baralhou todo no relatório e a médica achou por bem mandar repetir o exame porque aquilo estava uma grande javardice. Recomendou-me três clínicas: o IMI, o Euromedic ou a Crear. Como a sigla IMI é sinal de mau presságio e todos os anos faz-me chorar um bocadinho achei por bem escolher uma das outras.
E lá fui hoje para Lisboa. Comecei bem: a máquina que carrega os cartões Viva do Metro papou-me 2,80€ por duas viagens, não me deu talão e nem carregou o cartão. Não havia ninguém para reclamar, tive de lhes encher novamente o cú com mais 2,80€ e lá segui o meu caminho para a confusão, à pressa e atrasada, para uma clínica onde apesar de super chique e eficiente no exame ninguém me apalpou interminavelmente as Josefinas. Não percebi porquê, uma vez, que até sou uma gaja lavadinha.
Agente piadolas
Eram 23h30 de um quinta-feira gelada de Fevereiro. Estava a sair do trabalho e sou mandada parar numa operação stop junto a uma rotunda. Para além de ser difícil encostar numa rotunda porque aquela treta é redonda pergunto-me quem é que faz uma operação stop à procura de bêbados às onze e tal da noite de uma quinta feira quando estamos a meio do mês e o pessoal está demasiado teso para se embebedar?! Adiante.
De repente lembrei-me que ando há coisa de um mês com o pisca do lado direito fundido e que ia ser multada por causa disso. Pensei meter prego a fundo e fugir mas depois, possivelmente, iam dar comigo cinco metros mais à frente parada. Porque está frio e o carro é um bocado podre para aguentar cenas à too fast too furious.
De repente lembrei-me que ando há coisa de um mês com o pisca do lado direito fundido e que ia ser multada por causa disso. Pensei meter prego a fundo e fugir mas depois, possivelmente, iam dar comigo cinco metros mais à frente parada. Porque está frio e o carro é um bocado podre para aguentar cenas à too fast too furious.
Encosto o carro e o xôr Agente pede-me os documentos e desaparece deixando-me ali com um cacho de bananas no banco do pendura ao frio. Regressa uns cinco minutos depois e pergunta-me se bebi alguma coisa, digo-lhe que não até porque tinha acabado de sair do trabalho. Perguntou-me se me importava de o acompanhar para ir soprar ao balão. Abri logo a porta do carro toda contente e disse-lhe que não tinha problema até porque nunca tinha soprado e deveria ser uma coisa engraçada. Acho que foi aí que ele pensou que me tinha apanhado e que eu estava mesmo sob o efeito de alguma substância com mais de 10 graus.
Saí do carro e deixei as bananas no banco do pendura ao frio. Soprei no balão e notei que ele ficou desiludido com os 0.000000 que o aparelhómetro mostrou. No entanto, senti-me na obrigação de o informar que se tivesse bebido um bagaçinho com este frio só me tinha feito bem. Riu-se e disse que era bem verdade, os colegas riram-se e disseram que realmente não tinha sentido nenhum mandar parar uma menina com este frio.
Saí do carro e deixei as bananas no banco do pendura ao frio. Soprei no balão e notei que ele ficou desiludido com os 0.000000 que o aparelhómetro mostrou. No entanto, senti-me na obrigação de o informar que se tivesse bebido um bagaçinho com este frio só me tinha feito bem. Riu-se e disse que era bem verdade, os colegas riram-se e disseram que realmente não tinha sentido nenhum mandar parar uma menina com este frio.
Entrei no carro e segui caminho. Vim a bater o dente até casa porque a sofagem do twingo não funciona e tenho de ter uma janela aberta para o vidro não embaciar mas valeu a pena tendo em conta que há uns dias publiquei um post a dizer que nunca me mandavam parar nas operações stops. Não só o Universo fez-me a vontade como colocou naquela rotunda não um, não dois, mas sim, oito polícias novos, giros e engraçados. Valeu a pena, eu e as minhas bananas, quase termos entrado em hipotermia.
Foi por um pintelho
Nunca me tinha acontecido e vivia bem sem esta experiência mas como eu dou sempre o pito às balas e sou experiente nos azares da vida fui à frente para vos contar na primeira pessoa como se processa um curto-circuito de um secador na óptica do utilizador.
Antes de mais quero agradecer à minha inteligência (uma salva de palmas para ela) que não me deixou ligar o aparelho depois de tomar banho onde, certamente, teria as mãos molhadas e seria garantido que ia ficar agarrada ao secador a dançar breakdance. E depois, queria também agradecer ao meu metabolismo por ser friorenta o que me permitiu ligar o dito cujo para aquecer a toilette antes de ir lavar as côdeas. Sim. Eu tenho aquecedor na WC mas o secador surte mais efeito num curto espaço de tempo e eu sou adepta do rápido e eficaz.
Maneiras que agarrei profissionalmente na ficha, conectei profissionalmente à tomada e aquela merda disparou num estoiro que me rebentou os tímpanos mas antes, ainda consegui ouvir o meu guincho a dizer FODA-SE!!! Larguei o secador num ápice enquanto acontecia um fogo de artíficio digno da passagem de ano na Madeira. Desatei a fugir da casa-de-banho em pelota porque quem tem cú tem medo e não queria que os bombeiros fossem dar com o meu cadáver todo esbardalhado no chão e com a depilação por fazer.
Para os mais preocupados eu estou bem. Fiquei só com a cabecinha dos dedos meio esturricadas e não ganhei para o susto. Enquanto me lembrar desta não ligo o secador e quando o ligar vou fazer questão de vestir uma cuequinha de renda não vá o diabo tecê-las!!!
Antes de mais quero agradecer à minha inteligência (uma salva de palmas para ela) que não me deixou ligar o aparelho depois de tomar banho onde, certamente, teria as mãos molhadas e seria garantido que ia ficar agarrada ao secador a dançar breakdance. E depois, queria também agradecer ao meu metabolismo por ser friorenta o que me permitiu ligar o dito cujo para aquecer a toilette antes de ir lavar as côdeas. Sim. Eu tenho aquecedor na WC mas o secador surte mais efeito num curto espaço de tempo e eu sou adepta do rápido e eficaz.
Maneiras que agarrei profissionalmente na ficha, conectei profissionalmente à tomada e aquela merda disparou num estoiro que me rebentou os tímpanos mas antes, ainda consegui ouvir o meu guincho a dizer FODA-SE!!! Larguei o secador num ápice enquanto acontecia um fogo de artíficio digno da passagem de ano na Madeira. Desatei a fugir da casa-de-banho em pelota porque quem tem cú tem medo e não queria que os bombeiros fossem dar com o meu cadáver todo esbardalhado no chão e com a depilação por fazer.
Para os mais preocupados eu estou bem. Fiquei só com a cabecinha dos dedos meio esturricadas e não ganhei para o susto. Enquanto me lembrar desta não ligo o secador e quando o ligar vou fazer questão de vestir uma cuequinha de renda não vá o diabo tecê-las!!!
Vamos às legislapiças
Adoro alturas de eleições. É a altura perfeita para eu mandar o meu bitaite de ignorante sem ser apedrejada em praça pública. Nasci para ser política de bancada e criticar todos os políticos, principalmente, porque eles têm dinheiro e eu sou tesa pelo que tenho de lidar com a dor de corno da melhor forma que posso.
Estradas limpinhas, guias pintadas de fresco, alcatrão novo, jardins verdejantes, lixo recolhido a tempo e horas e funcionários do estado levemente mais sorridentes (vá, para aí 1%) é tudo o que podemos pedir. O País pode andar na miséria mas quando chegam as eleições, alto e pára o baile, que há dinheiro para tudo e mais um par de botas. Eu e a suspensão do meu Twingo até agradecemos estas medidas de chantagem emocional mas como eu tenho um travinho de psicopata estas coisas não pegam comigo e não voto em nenhum desses malandros.
Apesar de todos os pontos positivos que acima enumerei o verdadeiro motivo pelo qual que eu gosto mesmo muito de votar é porque tenho a oportunidade de ir à mesa de voto e desenhar anonimamente pequenos caralhinhos e seus testículos com muitos pintelhos no boletim de voto, dobrar em quatro, fazer o meu ar angelical, introduzir na ranhura e imaginar a cara da pessoa que irá fazer as contagens. Não há nada mais divertido que uma surpresazinha javarda!
Isto para dizer que por mim havia eleições todas as semanas até porque os políticos quando estão no mesmo poiso mais do que cinco dias úteis têm tendência a fazer porcaria da grossa.
Publicado em Desblogue de Elite.
Estradas limpinhas, guias pintadas de fresco, alcatrão novo, jardins verdejantes, lixo recolhido a tempo e horas e funcionários do estado levemente mais sorridentes (vá, para aí 1%) é tudo o que podemos pedir. O País pode andar na miséria mas quando chegam as eleições, alto e pára o baile, que há dinheiro para tudo e mais um par de botas. Eu e a suspensão do meu Twingo até agradecemos estas medidas de chantagem emocional mas como eu tenho um travinho de psicopata estas coisas não pegam comigo e não voto em nenhum desses malandros.
Apesar de todos os pontos positivos que acima enumerei o verdadeiro motivo pelo qual que eu gosto mesmo muito de votar é porque tenho a oportunidade de ir à mesa de voto e desenhar anonimamente pequenos caralhinhos e seus testículos com muitos pintelhos no boletim de voto, dobrar em quatro, fazer o meu ar angelical, introduzir na ranhura e imaginar a cara da pessoa que irá fazer as contagens. Não há nada mais divertido que uma surpresazinha javarda!
Isto para dizer que por mim havia eleições todas as semanas até porque os políticos quando estão no mesmo poiso mais do que cinco dias úteis têm tendência a fazer porcaria da grossa.
Publicado em Desblogue de Elite.
Coisas extremamente banais que me afligem #2
Qual é coisa qual é ela que uma vez depois de aberta só te apetece dar cabo dela?
Para aqueles que já se estavam para aí a rir e a pensarem que eu sou a javarda do costume estão enganados, porque eu também sei falar de assuntos sérios. Pois que eu, moça de nobres famílias estava a falar daquela coisa extremamente irritante que por mais que se abra, estique, encolha, vire para a esquerda ou para a direita nunca se consegue encaixar no sítio. E não, não estou a falar em preservativos. Vós sóis sempre a mesma coisa, assim nem dá para ter monólogos educativos que as vossas vozes mentais ecoam por esta blogoesfera e estragam-me o raciocínio!
Estou a falar das bulas! As bulas dos medicamentos são a minha terceira causa de pânico e que me faz perder a paciência. Normalmente começa sempre comigo muito calma a abrir muito devagarinho o papelinho ranhoso para não me perder nas 120 dobras que tem mas que acaba sempre com a minha pessoa a arrancar cabelos, a rasgar o papel e gritar aos sete ventos que vou pôr fim à minha vida! A seguir aos atacadores e às centopeias (ide ver aqui) é das coisas que mais me irrita. Juro que, às vezes, só para não ter de abrir aquela caixinha de pandora sinto-me instantaneamente curada de toda a qualquer maleita que possa ter só para não ter de tocar naquele bocadinho de papel demoníaco. Claro que, de vez em quando, fico pior com os nervos e tenho de tomar um Valdispert mas como nunca me lembro da dosagem tenho de ir à bula e fico na mesma.
Um dia destes ainda me dá uma ceninha má com estas pintelhices todas!
Para aqueles que já se estavam para aí a rir e a pensarem que eu sou a javarda do costume estão enganados, porque eu também sei falar de assuntos sérios. Pois que eu, moça de nobres famílias estava a falar daquela coisa extremamente irritante que por mais que se abra, estique, encolha, vire para a esquerda ou para a direita nunca se consegue encaixar no sítio. E não, não estou a falar em preservativos. Vós sóis sempre a mesma coisa, assim nem dá para ter monólogos educativos que as vossas vozes mentais ecoam por esta blogoesfera e estragam-me o raciocínio!
Estou a falar das bulas! As bulas dos medicamentos são a minha terceira causa de pânico e que me faz perder a paciência. Normalmente começa sempre comigo muito calma a abrir muito devagarinho o papelinho ranhoso para não me perder nas 120 dobras que tem mas que acaba sempre com a minha pessoa a arrancar cabelos, a rasgar o papel e gritar aos sete ventos que vou pôr fim à minha vida! A seguir aos atacadores e às centopeias (ide ver aqui) é das coisas que mais me irrita. Juro que, às vezes, só para não ter de abrir aquela caixinha de pandora sinto-me instantaneamente curada de toda a qualquer maleita que possa ter só para não ter de tocar naquele bocadinho de papel demoníaco. Claro que, de vez em quando, fico pior com os nervos e tenho de tomar um Valdispert mas como nunca me lembro da dosagem tenho de ir à bula e fico na mesma.
Um dia destes ainda me dá uma ceninha má com estas pintelhices todas!
É o bicho
Saio de casa. Entro no carro e arranco. Oiço uns barulhos estranhos vindos da roda do lado esquerdo e parece mesmo que tenho uma pedrinha enfiada nos refregos do pneu sempre a fazer aquele barulhinho incomodativo que me dá vontade de ir contra uma parede, de propósito, só para o barulho parar.
Chego ao trabalho e o barulho continua. Constato que o barulho, afinal, é do meu ouvido esquerdo e quase que diria que tenho um bichinho às voltas dentro da cera do meu ouvido a chafurdar à patrão. Primeiramente penso que é impossível mas depois lembro-me de todos os vídeos assustadores que já vi por essa internet fora com bichos estranhos dentro de ouvidos e em outros sítios que que nem quero saber e penso que se calhar não é algo assim tão impossível. Começo a ficar cheia de palpitações e a sofrer por antecipação. Enfio o dedo na orelha até não poder mais mas a minha unha não é grande o suficiente para escarafunchar e chego à conclusão que afinal as unhas de gel compridas até são vantajosas.
Mas talvez um bicho no ouvido não seja tão mau de todo, tendo em conta que em miúda eu tinha muitas otites e as lavagens ao canal auditivo eram bastante dolorosas chegando a doer mais que a otite em si.
Estou assim desde manhã, quase quase, à beira da loucura e de enfiar uma pau de vassoura pela orelha adentro.
Bye bye trolha
Quem nunca teve obras no exterior da casa não sabe o verdadeiro significado da expressão amor/ódio. Porque só depois de conviver durante três meses com trolhas é que nos apercebemos da falta que eles fazem quando já não estão presentes.
Três meses esses que foram os piores da minha vida, porque queria descansar e não podia que os gajos faziam uma chinfrineira tal que nem as peixeiras da lota o fazem. E digo mais: se os palhaços tivessem o brio profissional que os trolhas têm, a actividade circense palhacense não estava em crise porque os trolhas levam alegria do rés-de-chão ao décimo andar e sempre patrocinados pelo garrafão de vinho carrascão.
Mas agora que já se fizeram à estrada sinto falta dos concertos de STOMP às oito da matina, das danças sincronizadas ao som da Loca da Shakira, da rede verde em frente às janelas que parecia que estávamos em quarentena mas que afinal até tinha a vantagem de não deixar entrar melgas, do cheiro a tinta que ainda me valeu uma boas mocas e acima de tudo, tenho saudades dos piropos, que apesar de usados, reutilizados e já rasgados, continuam a deixar o ego de uma tipa nos píncaros.
Questiono-me como é que o prédio não ficou pintado aos ziguezagues e também como é que nenhum deles caiu dos andaimes porque andavam com cada carraspana que até devia ser proibido saírem de casa.
Tenho cá para comigo a sensação que se estivessem sóbrios o que demorou três meses a fazer tinha sido feito num mês... grandes sacanas!!!
Déjá (dass) vu
Estou a viver novamente um determinado momento da minha vida e não é apenas aquela sensação, é ter mesmo a certeza absoluta que isto já me aconteceu e até consigo precisar a data em que foi porque tenho um blog que uso (maioritariamente) para fazer queixinhas.
Maneiras que me roubaram outra vez a merda do tampão da gasolina do chaço. Já em 2013 (ide ver aqui) subtraíram-me o tampão original e obrigaram-me a subtrair a alguém um tampão amarelo (era a cor que estava à mão de semear) sendo que o meu twingo bordeaux com tampão amarelo ficou único em todo o Portugal e já toda a gente me reconhecia. Viam-me aqui e ali a assapar a 50 à hora ou, na loucura, 51. Mas hoje ao sair de casa e dar de caras com o buraco negro onde antes estava uma coisa amarelinha linda originou logo uns olhos marejados de lágrimas, umas quantas asneiras e uns pontapés na calçada. O Abade só me dizia para ter calma e não cometer nenhuma loucura que me arranja um mas para o relembrar de 6 em 6 meses porque é um bocado taralhoco e esquece-se das cenas mas o que ele não compreende é que eu estou preocupada com o meu tampão amarelinho. Será que está bem? Será que está numa boa casa de acolhimento? Será que o mandaram para o lixo e só me quiseram dar jajão? Ou pior do que isto tudo!!!! Será que meteram o meu fantástico tampão amarelo num twingo piroso roxo? São questões que eu já sei de antemão que me vão tirar o sono à noite mas eu sou assim: gosto de me martirizar e o período deixa-me sensível nestes assuntos.
Nos entretantos, no sempre-dramático telejornal da TVI, relataram que no Prior-Velho vandalizaram oito carros e levaram um, bem sei que o Prior-Velho é um bocado longe da minha zona mas cá para mim eles vieram aqui de propósito só para porem a cereja no topo do bolo.
Assim é a minha vida e não vale a pena reclamar.
Maneiras que me roubaram outra vez a merda do tampão da gasolina do chaço. Já em 2013 (ide ver aqui) subtraíram-me o tampão original e obrigaram-me a subtrair a alguém um tampão amarelo (era a cor que estava à mão de semear) sendo que o meu twingo bordeaux com tampão amarelo ficou único em todo o Portugal e já toda a gente me reconhecia. Viam-me aqui e ali a assapar a 50 à hora ou, na loucura, 51. Mas hoje ao sair de casa e dar de caras com o buraco negro onde antes estava uma coisa amarelinha linda originou logo uns olhos marejados de lágrimas, umas quantas asneiras e uns pontapés na calçada. O Abade só me dizia para ter calma e não cometer nenhuma loucura que me arranja um mas para o relembrar de 6 em 6 meses porque é um bocado taralhoco e esquece-se das cenas mas o que ele não compreende é que eu estou preocupada com o meu tampão amarelinho. Será que está bem? Será que está numa boa casa de acolhimento? Será que o mandaram para o lixo e só me quiseram dar jajão? Ou pior do que isto tudo!!!! Será que meteram o meu fantástico tampão amarelo num twingo piroso roxo? São questões que eu já sei de antemão que me vão tirar o sono à noite mas eu sou assim: gosto de me martirizar e o período deixa-me sensível nestes assuntos.
Nos entretantos, no sempre-dramático telejornal da TVI, relataram que no Prior-Velho vandalizaram oito carros e levaram um, bem sei que o Prior-Velho é um bocado longe da minha zona mas cá para mim eles vieram aqui de propósito só para porem a cereja no topo do bolo.
Assim é a minha vida e não vale a pena reclamar.
007: Licença para Procriar
Nestes maravilhosos 15 dias de férias (que por sinal terminam hoje e eu estou com uma lua de todo o tamanho) tive a oportunidade de me aperceber que a maioria das pessoas deveria ser impedida de se reproduzir. Se um casal quisesse ter filhos deveria passar por uma série de testes para averiguar a inteligência (ou falta dela) e se era apto ou não para criar um ser que seja respeitado, que respeite os outros e que respeite o meio ambiente onde se encontra e não um selvagem atrasado mental.
Eu nunca me tinha apercebido o quão mal educadas são as nossas crianças e que os pais (ou avós) são demasiado permissivos com tudo e incapazes de dizer um 'não' e se preciso dar um tapa na nalga.
Por entre maus comportamentos na praia, em exposições, na rua e afins o que me deixou mais perplexa foi no Oceanário com a maioria das crianças a enfiar mãos nos aquários, aos pontapés e murros nos vidros perante a impassividade dos pais que sorriam e achavam graça. Deixa-me envergonhada ver que crianças da mesma faixa etária mas de outras nacionalidades estarem concentradas no que viam e fascinadas enquanto que as nossas pareciam uns animais que só dava vontade de as atirar ao tanque principal ou dar-lhes com dardos tranquilizantes para elefantes nas nalgas.
Com isto tudo só quero dizer que aquilo que vi durante as minhas férias deixou-me preocupada porque se o nosso futuro recai nestas criancinhas estamos todos bem fodidos!
Eu nunca me tinha apercebido o quão mal educadas são as nossas crianças e que os pais (ou avós) são demasiado permissivos com tudo e incapazes de dizer um 'não' e se preciso dar um tapa na nalga.
Por entre maus comportamentos na praia, em exposições, na rua e afins o que me deixou mais perplexa foi no Oceanário com a maioria das crianças a enfiar mãos nos aquários, aos pontapés e murros nos vidros perante a impassividade dos pais que sorriam e achavam graça. Deixa-me envergonhada ver que crianças da mesma faixa etária mas de outras nacionalidades estarem concentradas no que viam e fascinadas enquanto que as nossas pareciam uns animais que só dava vontade de as atirar ao tanque principal ou dar-lhes com dardos tranquilizantes para elefantes nas nalgas.
Com isto tudo só quero dizer que aquilo que vi durante as minhas férias deixou-me preocupada porque se o nosso futuro recai nestas criancinhas estamos todos bem fodidos!
Aquele momento...
Em que quase não tive tempo de baixar as calças com a tremenda caganeira que se abateu sobre a minha pessoa e que originou a maior colectânea à pressão de ditos portugueses sobre a nobre arte de cagar:
Estava a ver que morria. Estive mais para lá do que para cá. Ia morrendo. Caguei daqui até à Lua. Estive vai que não vai. Fiquei vazia. Caguei tudo o que tinha e o que não tinha. Caguei até a alma. Estive na eminência de uma calamidade. Até me arde o olho. Foi um golpe de misericórdia. Estava mesmo a dar as últimas. Eu caguei por mim, por ti, por nós e por vós.
Olhem depois disto só vos posso aconselhar a nunca beberem um copo de água fresca depois de beberem um galão e a comprarem papel higiénico de dupla folha, de preferência fofinho pois não há nada pior do que ter as bordas assadas.
Estava a ver que morria. Estive mais para lá do que para cá. Ia morrendo. Caguei daqui até à Lua. Estive vai que não vai. Fiquei vazia. Caguei tudo o que tinha e o que não tinha. Caguei até a alma. Estive na eminência de uma calamidade. Até me arde o olho. Foi um golpe de misericórdia. Estava mesmo a dar as últimas. Eu caguei por mim, por ti, por nós e por vós.
Olhem depois disto só vos posso aconselhar a nunca beberem um copo de água fresca depois de beberem um galão e a comprarem papel higiénico de dupla folha, de preferência fofinho pois não há nada pior do que ter as bordas assadas.
Ascensão de Júpiter...
Ou como foi mundialmente conhecido posteriormente: a Queda do Abade.
Era cerca de meia noite e coiso quando o Abade decidiu que queria ver um filme. Não queria ir para a cama cedo porque estava sem sono e apesar de eu já estar em modo zombie fiz o sacrifício e pus o filme a rolar só para não o ouvir chamar-me de cú de sono, sei agora que ele só quis mesmo foi dar-me cabo da paciência.
E se por um lado a história era cativante com alguma lógica mas que podia ter sido melhor explorada, por outro lado, ao fim de dez minutos de disparos de laser, explosões e perseguições em modo de pirilampo psicadélico começou a dar-me umas más disposições que por momentos pensei ter epilepsia e tive de fazer uma pausa. A actuação da Mila Kunis também não ajudou à festa que a correr no meio de Júpiter que ardia por todos os lados juntamente com a atmosfera a tornar-se tóxica nem uma gota de suor transpirou enquanto corria e nem um fio de cabelo desalinhou, já eu, quando eu faço trinta minutos de exercício parece que passei no meio do Olho do Katrina.
Para rematar, quando tudo não poderia piorar olho para o lado e a personagem que me impediu de ir dormir porque era muito macho-man para sucumbir ao sono estava ferrado a dormir de boca aberta e nem quando lhe mandei uma punhada no cotovelo para o acordar e bateu com a tromba no sofá foi capaz de admitir que tinha adormecido e continuou a teimar que só estava com a vista cansada naquele preciso momento.
E por último só quero aqui dizer que um filme em que um dos actores tem o último nome de um elixir bucal nunca poderá ser um sucesso de bilheteira.
Era cerca de meia noite e coiso quando o Abade decidiu que queria ver um filme. Não queria ir para a cama cedo porque estava sem sono e apesar de eu já estar em modo zombie fiz o sacrifício e pus o filme a rolar só para não o ouvir chamar-me de cú de sono, sei agora que ele só quis mesmo foi dar-me cabo da paciência.
E se por um lado a história era cativante com alguma lógica mas que podia ter sido melhor explorada, por outro lado, ao fim de dez minutos de disparos de laser, explosões e perseguições em modo de pirilampo psicadélico começou a dar-me umas más disposições que por momentos pensei ter epilepsia e tive de fazer uma pausa. A actuação da Mila Kunis também não ajudou à festa que a correr no meio de Júpiter que ardia por todos os lados juntamente com a atmosfera a tornar-se tóxica nem uma gota de suor transpirou enquanto corria e nem um fio de cabelo desalinhou, já eu, quando eu faço trinta minutos de exercício parece que passei no meio do Olho do Katrina.
Para rematar, quando tudo não poderia piorar olho para o lado e a personagem que me impediu de ir dormir porque era muito macho-man para sucumbir ao sono estava ferrado a dormir de boca aberta e nem quando lhe mandei uma punhada no cotovelo para o acordar e bateu com a tromba no sofá foi capaz de admitir que tinha adormecido e continuou a teimar que só estava com a vista cansada naquele preciso momento.
E por último só quero aqui dizer que um filme em que um dos actores tem o último nome de um elixir bucal nunca poderá ser um sucesso de bilheteira.
O drama do Verão
Eventualmente sou capaz de já ter comentado por aqui umas quantas vezes que não gosto de fazer compras. Chateia-me a confusão, o barulho, as pessoas que param no meio do corredor só porque sim, as crianças a berrarem, os adultos a gritarem, a música em altos berros, o dinheiro a voar, demasiada confusão. O vestir, o despir, o buscar, o 'precisa de ajuda?' cinquenta vezes seguidas.
Não sou moça de compras mas há mais de 4 anos que tenho o mesmo bikini que já está todo lasso na peida e, às vezes, ao entrar na água e apanhar com uma onda mais brincalhona as cuecas fugiam e ficava de pito à mostra. Tem piada as primeiras cinco vezes mas depois começa a dar cãibras nas pontas dos dedos.
Maneiras que a muito custo, fui a uma SportZone que entrei e sai logo a seguir porque não gosto que me enfiem o dedo no cú comigo a ver. Depois fui a uma Decathlon onde experimentei quatro cuecas e 3 soutiens e não comprei nenhum. Fui a uma segunda Decathlon e experimentei exactamente os mesmos modelos e lá ganhei coragem de trazer um conjunto.
Poderia estar feliz e contente porque fiz a festa com um bikini bem giro por 4,95€, poderia estar feliz, senão tivesse chegado a casa e decidido fazer umas arrumações e abrir uns gavetões que desde 1530 que não eram abertos e descobrir dois conjuntos de bikinis por estrear ainda com etiqueta e com o brinde de terem o cheirinho característico a mofo.
Preciso de coragem para dizer ao Abade que o arrastei por três lojas onde perdemos cerca de duas horas de vida porque eu não tinha mesmo o que vestir e agora vou-me apresentar com um bikini novo a cada dia... o gajo vai-me empalar.
Não sou moça de compras mas há mais de 4 anos que tenho o mesmo bikini que já está todo lasso na peida e, às vezes, ao entrar na água e apanhar com uma onda mais brincalhona as cuecas fugiam e ficava de pito à mostra. Tem piada as primeiras cinco vezes mas depois começa a dar cãibras nas pontas dos dedos.
Maneiras que a muito custo, fui a uma SportZone que entrei e sai logo a seguir porque não gosto que me enfiem o dedo no cú comigo a ver. Depois fui a uma Decathlon onde experimentei quatro cuecas e 3 soutiens e não comprei nenhum. Fui a uma segunda Decathlon e experimentei exactamente os mesmos modelos e lá ganhei coragem de trazer um conjunto.
Poderia estar feliz e contente porque fiz a festa com um bikini bem giro por 4,95€, poderia estar feliz, senão tivesse chegado a casa e decidido fazer umas arrumações e abrir uns gavetões que desde 1530 que não eram abertos e descobrir dois conjuntos de bikinis por estrear ainda com etiqueta e com o brinde de terem o cheirinho característico a mofo.
Preciso de coragem para dizer ao Abade que o arrastei por três lojas onde perdemos cerca de duas horas de vida porque eu não tinha mesmo o que vestir e agora vou-me apresentar com um bikini novo a cada dia... o gajo vai-me empalar.
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