Em que quase não tive tempo de baixar as calças com a tremenda caganeira que se abateu sobre a minha pessoa e que originou a maior colectânea à pressão de ditos portugueses sobre a nobre arte de cagar:
Estava a ver que morria. Estive mais para lá do que para cá. Ia morrendo. Caguei daqui até à Lua. Estive vai que não vai. Fiquei vazia. Caguei tudo o que tinha e o que não tinha. Caguei até a alma. Estive na eminência de uma calamidade. Até me arde o olho. Foi um golpe de misericórdia. Estava mesmo a dar as últimas. Eu caguei por mim, por ti, por nós e por vós.
Olhem depois disto só vos posso aconselhar a nunca beberem um copo de água fresca depois de beberem um galão e a comprarem papel higiénico de dupla folha, de preferência fofinho pois não há nada pior do que ter as bordas assadas.