Diário da minha tortura #2

Há quem use aparelho porque é moda e há quem não queira usar nem pela lei da bala mas as forças inevitáveis e brutais do destino obrigam a usar e claro, eu não seria eu senão estivesse inserida na segunda categoria.

Mas esta história não é de agora. No ano anterior a conhecer o sapateiro dentista que me traumatizou eu tinha usado aparelho móvel mas não completei o tratamento e não foi pelo bullying de ficar a falar à sopinha de massas mas sim por uma cena muito "engraçada" chamada tosse convulsa em que, num momento estava bem e no seguinte desatava a tossir tanto, e fazia tanto esforço de tal forma que acabava por vomitar. Foram seis meses divertidos em que os medicamentos e exames passados pelos médicos não faziam nada e eu sempre ali a modos que a quinar e a modos que a vomitar.
Nesses seis meses não usei o aparelho e o trabalho ficou a meio caminho. Pelo menos, puxou-me os incisivos laterais para fora e alinhou com os restantes dentes de cima mas os de baixo continuaram desalinhados, encavalitados e a mordida nunca ficou alinhada.

Maneiras que após o choque inicial de todo o processo que teria de fazer aos dentes e de fazer luto sobre a morte das minhas poupanças lá fui eu fazer radiografia e no meio desta desgraça toda há, pelo menos, uma boa notícia! Só tenho três sisos porque o quarto nunca quis comparecer à festa o que é uma notícia digna de se festejar porque a cirurgia de um siso incluso só é a módica quantia de 120€ e eu já estava a considerar tornar-me acompanhante de luxo só para sustentar estes luxos todos.

2 comentários:

  1. hahaha
    tu queres é incisivos, tipo vampira!

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    1. Achas?! Atão com os que tenho já me trinco toda sem querer :D

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