Relembrando novamente a cabra secreta que há em mim

É que nem a propósito da minha publicação de ontem, acordei hoje para descobrir que existe um flagelo que está a atacar as redes sociais a nível nacional, e quiçá, internacional. Então parece que agora não se pode chamar gorda a ninguém. Vem logo meio mundo com archotes criticar a opinião dada, que normalmente é uma coisa pessoal e cada um tem direito à sua, assim como o ar que respiram... quer dizer, há muita gente que não devia sequer respirar mas isso são outros quinhentos.
Reza a lenda que a Jessica Athayde ficou ofendida e iniciou uma revolução virtual porque a chamaram de massuda, ora, por mim bem que a podiam ter chamado de leitão com botas que eu não estava nem aí. Porque eu sou uma pessoa que apenas dá tempo de antena a assuntos que realmente importam. E existe algo mais importante e grave que assola este Portugal. Um assunto sério, um autêntico flagelo que reside nas gavetas da cada português e eu irei falar do assunto sem pudor, porque eu sou assim, incisiva, doa a quem doer!
Portugal está em crise de cuecas. Aposto que cada um de vós tem no fundo da gaveta, no canto mais obscuro um par de cuecas rotas, de elásticos lassos já meio tingidas de amarelo e outras de rosa, umas já com a marca carinhosa da gotinha de mijo e na retaguarda o risco de merda de coçarem o rego do cú dá ares de sua graça. Não me mintam, todos vós têm esse segredo, secreto e porco, fechado num canto, provavelmente já com um bocadinho de bolor a crescer e que nas horas de solidão gostam de enfiar o nariz lá no meio e cheirar as notas aromáticas que de lá emanam. Isto sim é um assunto de interesse à nação. É necessário a criação de um gabinete de quarentena à cueca badalhoca para acabar com este flagelo que causa muita candidíase por aí (sim, sim. aquela coisa que dá vontade de raspar o pito num pinheiro).
Critiquem quem quiserem, chamem de gordo até ao presidente, se for preciso, mas não me apareçam com cuecas cagadas à frente que temos problemas para um mês inteiro.

A cabra secreta que há em mim

Não é lá muito secreta. Mas eu gosto de deixar o suspense no ar.
E isto para vos dizer que adoro ir chafurdar nos perfis das gajas com quem andei na escola e constatar que elas estão todas grávidas, gordas e com ares de mulheres quarentonas mas que ainda escrevem como miúdas de dez com a linguagem dos X e dos K, dão pontapés fenomenais na gramática e adoram publicar fotografias de cariz demasiado pessoal e sem o mínimo de controlo de privacidade onde toda a gente pode ver as tetas pingonas quase nos joelhos cobertas apenas por um leve trapo porque é giro e está na moda mostrar mais do que se deve nas redes sociais.
Ainda bem que o Facebook foi inventado, serão que raio iria eu fazer quando estou em casa e não está a dar nada de jeito na televisão?