Quando a meio da condução da minha mãe reparo no ar pensativo e preocupado dela e pergunto-lho o que é que ela tem ao qual me responde "sabes filha, pensei que um carro em ponto morto andasse mais".
Pummm... por momentos esqueci-me de respirar e relembrei à minha mãe que o ponto morto não é uma mudança e que o carro anda consoante a velocidade com que ia e com a inclinação do piso, ela acena com a cabeça concordante mas diz-me cinco minutos depois "podes ter muita razão, mas eu continuo a achar que devia andar mais"
E o resto do caminho até casa fui agarrada à porta com medo do que me pudesse acontecer.
Já se sabe, "tár morto é u contrário de tár vivú!"
ResponderEliminarLol
ResponderEliminarEu quando tirei a carta também tinha essa mania de andar em ponto morto nas descidas até ao dia em que fiquei sem travões. Para se poupar na gasolina arranja se despesas na oficina.
A tua mãe é a maior!!
ResponderEliminarMedo! :P
ResponderEliminarMas agora que falas lembro-me do meu instrutor de condução uma vez se ter agarrado à porta a gritar "A menina quer-me matar??"... looool
Eu tinha tudo controlado, o homem é que tinha a mania das paranóias!