E o mundo desaba à minha volta

Quando a meio da condução da minha mãe reparo no ar pensativo e preocupado dela e pergunto-lho o que é que ela tem ao qual me responde "sabes filha, pensei que um carro em ponto morto andasse mais".
Pummm... por momentos esqueci-me de respirar e relembrei à minha mãe que o ponto morto não é uma mudança e que o carro anda consoante a velocidade com que ia e com a inclinação do piso, ela acena com a cabeça concordante mas diz-me cinco minutos depois "podes ter muita razão, mas eu continuo a achar que devia andar mais"

E o resto do caminho até casa fui agarrada à porta com medo do que me pudesse acontecer.

4 comentários:

  1. Já se sabe, "tár morto é u contrário de tár vivú!"

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  2. Lol
    Eu quando tirei a carta também tinha essa mania de andar em ponto morto nas descidas até ao dia em que fiquei sem travões. Para se poupar na gasolina arranja se despesas na oficina.

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  3. Medo! :P
    Mas agora que falas lembro-me do meu instrutor de condução uma vez se ter agarrado à porta a gritar "A menina quer-me matar??"... looool
    Eu tinha tudo controlado, o homem é que tinha a mania das paranóias!

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